12/03/2026

Sobre Ezequiel 33 Contra os Sionistas

1. Além, obviamente, de todos os argumentos da reta razão serem contra a doutrina sionista, convém também evocar a autoridade da Sagrada Escritura para demonstrar que o sionismo é heresia, e que por isso deve ser anematizado; é inaceitável que cristãos sejam sionistas; ou se é cristão ou se é sionista; cristãos sionistas são uma aberração ainda mais abrupta do que cristãos marxistas; aliás, o sionismo se tornou um perigo para a fé ainda mais terrível do que o marxismo; portanto, se um cristão professa o sionismo está automaticamente excomungado – e quem apoia qualquer propósito sionista, seja de maneira bélica ou por propaganda, etc., também está automaticamente excomungado. 

2. Ora, a presunção, a luxúria e a insolência dos sionistas manifestam aquilo que no passado foi objeto do juízo de Deus; logo, os sionistas estão entesourados para o justo juízo de Deus. De fato, no livro do Profeta Ezequiel, Deus pronuncia o juízo contra Israel justamente pela presunção, pela luxúria e pela insolência que no passado havia levado o povo de Israel a cometer práticas hediondas; e os sionistas cometem estes mesmos pecados e estas mesmas abominações; logo, o juízo de Deus proferido no livro do Profeta Ezequiel também se encaixa cabalmente para os sionistas. 

3. Assim, em Ezequiel 33, se tem a sentença divina contra os sionistas; ora, assim diz o texto sagrado: “Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor Iahweh: Vós devorais o sangue e elevais os olhos para os vossos ídolos imundos, derramais sangue e haveis de ter a posse da terra? Vós vos estribais em vossas espadas, cometeis abominação, cada um profana a mulher do seu próximo e haveis de ter a posse da terra? Assim lhes dirás: Eis o que diz o Senhor Iahweh: Por minha vida, certamente uns cairão à espada no meio das ruínas, enquanto outros em pleno campo, serão dados a comer às feras, enquanto outros ainda, refugiados nas montanhas e nas cavernas, morrerão de peste. Farei da terra uma solidão e um deserto, e assim cessará o orgulho da sua força e os montes de Israel ficarão abandonados por falta de quem passe por eles. Desse modo saberão que eu sou Iahweh, quando eu reduzir a terra a uma desolação e a um deserto, por causa de todas as abominações que praticaram” (Ez 33.25-29); este texto sagrado é a sentença divina contra os sionistas, que cometem as mesmíssimas abominações que cometerem os israelitas do passado para os quais fora direcionada a mensagem divina através do profeta Ezequiel.

4. Ora, o texto de Ez 33.25-29 apresenta as seguintes práticas imundas dos judeus do passado, as mesmas práticas do movimento sionista, as quais são (v. 25-26):

(i) [v. 25] Os israelitas devoraram o sangue; esta expressão significa tanto consumo de sangue humano quanto consumo de carne humana; ou seja, os israelitas da época do profeta Ezequiel estavam cometendo canibalismo. E o faziam a fim com fins de adoração a Baal e a Moloque, os ídolos imundos dos povos pagãos; por esta razão, os israelitas promoviam guerras para ter posse da terra (guerra para domínio), amparados pelo orgulho e pela força demoníaca que emanavam dos sacrifícios humanos que praticavam.

(ii) [v. 26] Ao fazer estes sacrifícios, e ao cometerem canibalismo, os israelitas se estribavam em suas espadas, em suas armas, ou seja, manifestavam soberba por causa de poderio bélico; pois, estas abominações que cometiam os levava a profanar a mulher do próximo a fim de dominarem a terra, ou seja, cometiam adultério ou qualquer crime sexual em troca de força ou influência (em troca de poder); ou dito em outros termos, o canibalismo que os israelitas praticavam em adoração a Baal e a Moloque engendrava o espírito de luxúria que os fazia profanar a mulher do próximo cometendo adultérios e prostituições (cf. Os 4.12-13), bem como os fazia rinchar ao cometer tais abominações (cf. Jr 5.7-8); as profanações sexuais são fruto direto de abominações espirituais praticadas. Estes são alguns dos efeitos do canibalismo praticado pelos israelitas do passado; etc.

E a guisa de conclusão deste aspecto, que se saiba: os que os israelitas do passado fizeram, os sionistas do presente também fazem completamente e plenamente. Portanto, o desvelar das práticas antigas também é o desvelar das práticas atuais. Com efeito, as abominações dos antigos israelitas são seguidas à risca pelos sionistas.

5. E Deus sentencia o justo juízo contra aqueles que praticam estas abominações, o qual se manifesta da seguinte maneira (v. 27-29):

(i) [v. 27] Os juízos de Deus contra as abominações mencionadas se manifestam em morte para o povo maldito que prática tais abominações; por isso, uns serão mortos a espada, outros pelas feras, outros morrerão de peste. As abominações praticadas trazem o juízo de morte para o povo maldito que comete tais abominações – no passado, os israelitas; em tempos atuais, os sionistas.

(ii) [v. 28] Os juízos de Deus contra as abominações mencionadas, também se manifesta contra a terra maldita que pratica estas abominações; Deus fará de Israel uma terra de solidão e de deserto, para que o orgulho da força que provém de abominações seja esvaído e completamente destruído; a terra se tornará em deserto e em solidão pela maldade de seus habitantes e de seus governantes – em tempos atuais, por causa da maldade praticada pelos sionistas e da malignidade demoníaca dos líderes sionistas.

(iii) [v. 29] O juízo de Deus é a manifestação de Sua glória e santidade para condenar as abominações praticadas, e para que todas as gentes saibam que Deus é o Senhor Todo-Poderoso, que Ele é Jeová, quando reduzir a terra a desolação e a um deserto; os homens que plantam abominação colhem desolação e destruição. E de fato Deus lhes irá julgar com retidão e justiça de acordo com grau de abominação que praticaram; e como os judeus cometem abominações terríveis o juízo de Deus será terrível e horrendo (cf. Jr 5.26-30; Hb 10.31). Os sionistas sofrerão o mesmo juízo pronunciado no texto sagrado posto praticarem as mesmas abominações mencionadas no texto sagrado.

6. Deste modo, o texto de Ez 33.25-29 é um dos muitos textos sagrados que podem ser evocados para demonstrar que a autoridade da Sagrada Escritura condena as abominações sionistas; logo, nenhum cristão pode apoiar o sionismo senão decai da fé; a retidão da fé também está em rejeitar práticas hediondas que vituperam a moral revelada, tais como as práticas dos sionistas; portanto, biblicamente o sionismo é condenado pela presunção das práticas abomináveis que engendram uma força sobre-humana pela soberba demoníaca com que são praticadas; de fato, os rituais sionistas são manifestação máxima de soberba; contra estes, o próprio Deus é fogo consumidor e é juiz santo e justo; quando chegar o tempo oportuno, todos os juízos de Deus contra as abominações sionistas serão manifestação gloriosa da santidade e da justiça de Deus (cf. Sl 145.17).

7. Além da autoridade da Sagrada Escritura, se pode evocar a autoridade dos Padres da Igreja; por estes dois modos se comprova cabalmente que o sionismo é inimigo da fé reta e sólida; ora, entre os vários Santos Padres que escreveram contra as abominações dos judeus (em tempos atuais, as abominações sionistas) se menciona dois: Tertuliano e São João Crisóstomo; as apologias destes dois Santos Padres do passado são suficientes para aclarar que os cristãos não podem ser sionistas. Tertuliano, em sua obra “Contra os Judeus” apologiza contra a volta de práticas judaicas e das abominações cometidas pelos judeus; etc. E São João Crisóstomo, em sua obra “Contra os Judeus”, também apologiza de maneira ainda mais veemente contra práticas judaizantes e contra as abominações praticadas pelos judeus; etc.

Ora, em ambas estas obras, tanto a de Tertuliano quanto a de São João Crisóstomo, se tem a voz da fé contra as abominações dos judeus; logo, a voz da fé também se manifesta contra as abominações sionistas. Portanto, tanto de acordo com a autoridade da Sagrada Escritura quanto de acordo com a autoridade da Sagrada Tradição, se entende claramente que aquele que confessa a fé cristã não pode ser sionista; e contra isso não há argumento posto o argumento de autoridade ser por si suficientíssimo para anematizar o sionismo. 

8. E termina aqui esta explicação. Bendito seja Deus por todas as coisas. Amém. 


05/03/2026

Oração de anátema contra o protestantismo dos EUA

Ó Deus Santíssimo, Senhor do Universo, nos colocamos diante de Ti para anematizar as falsas igrejas que falam de Teu Nome Santíssimo de modo blasfemo; outorgue-nos sabedoria e inteligência para lutarmos contra estas falsas denominações que propagam abominações, principalmente o protestantismo dos EUA e da Europa, que vão influenciado o mundo cristão com práticas apostasiosas e iníquas; por isso, diante de Vós, Deus Uno e Trino, erguemos nossa voz para pronunciar as seguintes sentenças:

Ao protestantismo norte-americano: Anátema!

Ao protestantismo europeu: Anátema!

As igrejas de parede preta: Anátema!

As práticas sionistas nas denominações: Anátema!

A manipulação sionista na vida eclesial: Anátema!

Aos pastores sionistas: Anátema!

A teologia sionista: Anátema!

A teologia do domínio: Anátema!

Ao messianismo político: Anátema!

A ideia de que políticos são “ungidos” de Deus: Anátema!

A obstinação espiritual do protestantismo: Anátema!

As blasfêmias do protestantismo sionista: Anátema!

A desonra moral do sionismo protestante: Anátema!

As perseguições do protestantismo sionista: Anátema!

As maquinações do sionismo protestante: Anátema!

As blasfêmias de orações políticas do protestantismo dos EUA: Anátema!

Aos políticos ditos “cristãos” dos EUA: Anátema!

Anátema! Anátema! Anátema!

Diante de Vós, Poderosíssimo Deus, pronunciamos estas sentenças; dê-nos graça, força e destreza para lutarmos contra as abominações que as denominações sionistas propagam no mundo; fortaleça-nos para enfrentarmos os vis adoradores de Baal que se assomaram nestas denominações e corrompem a honra e a dignidade da fé apostólica. Oramos a Ti, por Cristo, Senhor nosso. Amém. 


Sobre Ezequiel 33 Contra os Sionistas

1. Além, obviamente, de todos os argumentos da reta razão serem contra a doutrina sionista, convém também evocar a autoridade da Sagrada Esc...