Prólogo
Ao ver a infame e infamante doutrina sionista se
avolumar entre muitos que se dizem “cristãos”, principalmente em se tratando do
catolicismo e da ortodoxia, resolvi me pronunciar sobre autoridade formalíssima
a respeito do sionismo. Com isso, sob a autoridade como teólogo me outorgada pelos três maiores
teólogos vivos (Joseph Ratzinger, Wolfhart Pannenberg e Jürgen Moltmann),
decidi em alto e bom tom requerer esta autoridade na ciência sagrada, a fim de
declarar formalissimamente contra o nefasto sionismo. Eis, portanto, a evocação
desta autoridade como teólogo contra o sionismo, apresentada sob as seguintes
sentenças:
§ 1
Quem confessa a fé cristã não pode ser sionista; ou se
é cristão ou se é sionista; se alguém confessa a fé cristã e apoia o sionismo
então não é cristão; na verdade, se alguém confessa a fé cristã e apoia o
sionismo é maldição. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de
autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.
§ 2
O sionismo é uma doutrina anti-humana e é uma doutrina
anti-cristã; o propósito do sionismo é destruir o cristianismo e destruir a
humanidade; ora, é algo óbvio que quem é cristão não pode apoiar uma doutrina
que busca destruir o cristianismo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o
argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.
§ 3
O sionismo é uma nova forma de nazismo; de fato,
sionismo é neonazismo; e o nojento plano do “Grande Israel” é a
edificação do Quarto Reich; portanto, se algum cristão ou alguma igreja apoia o
sionismo e apoia a Israel é parte do infame Quarto Reich; as igrejas sionistas
são as igrejas do Quarto Reich; os cristãos sionistas são tão infames e abjetos
quanto os cristãos nazistas; quem apoia o sionismo é muito pior do quem apoiou
o nazismo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de autoridade, ou
seja, quem pensa o contrário é anticristão.
§ 4
A infâmia do sionismo contra os valores fundamentais da
sociedade ocidental – liberdade, direito a felicidade e inviolabilidade da vida
– é um atentado absoluto contra Cristo; quem apoia o sionismo pisa e cospe em
Cristo; se alguém se diz cristão e apoia o sionismo manifesta plena obstinação
contra a verdade, isto é, se alguém se diz cristão e apoia o sionismo comete
blasfêmia contra o Espírito Santo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o
argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.
Epílogo
E, ao evocar esta autoridade nestes moldes, algo que
nunca requeri, apesar disto ser propriamente parte do que concerne a função
como teólogo, que se saiba das consequências desta declaração formal nestes
termos; a ciência sagrada só se desenvolve sob o argumento de autoridade; por
isso, diante de um rescrito formalíssimo o argumento de autoridade é requerido em
si unicamente por causa da autoridade como teólogo, e que isso seja observado
em seus mínimos detalhes, pois como se sabe do contrário não se tem teologia e
nem desenvolvimento teológico, e aqueles que por acaso vierem a rejeitar estas
sentenças incorrem em anti-teologia, ou mais propriamente em anti-cristianismo.
E termina aqui este rescrito formalíssimo em humildade diante de Deus, mas em
tom anematizador ao sionismo e a todos que apoiam, conscientes ou não, esta maldita
doutrina.
Laudate Deo!