1. Além, obviamente, de todos os argumentos da reta
razão serem contra a doutrina sionista, convém também evocar a autoridade da
Sagrada Escritura para demonstrar que o sionismo é heresia, e que por isso deve
ser anematizado; é inaceitável que cristãos sejam sionistas; ou se é cristão ou
se é sionista; cristãos sionistas são uma aberração ainda mais abrupta do que
cristãos marxistas; aliás, o sionismo se tornou um perigo para a fé ainda mais
terrível do que o marxismo; portanto, se um cristão professa o sionismo está
automaticamente excomungado – e quem apoia qualquer propósito sionista, seja de
maneira bélica ou por propaganda, etc., também está automaticamente excomungado.
2. Ora, a presunção, a luxúria e a insolência dos
sionistas manifestam aquilo que no passado foi objeto do juízo de Deus; logo,
os sionistas estão entesourados para o justo juízo de Deus. De fato, no livro
do Profeta Ezequiel, Deus pronuncia o juízo contra Israel justamente pela
presunção, pela luxúria e pela insolência que no passado havia levado o povo de
Israel a cometer práticas hediondas; e os sionistas cometem estes mesmos
pecados e estas mesmas abominações; logo, o juízo de Deus proferido no livro do
Profeta Ezequiel também se encaixa cabalmente para os sionistas.
3. Assim, em Ezequiel 33, se tem a sentença divina
contra os sionistas; ora, assim diz o texto sagrado: “Dize-lhes, pois: Assim
diz o Senhor Iahweh: Vós devorais o sangue e elevais os olhos para os vossos
ídolos imundos, derramais sangue e haveis de ter a posse da terra? Vós vos
estribais em vossas espadas, cometeis abominação, cada um profana a mulher do seu
próximo e haveis de ter a posse da terra? Assim lhes dirás: Eis o que diz o
Senhor Iahweh: Por minha vida, certamente uns cairão à espada no meio das ruínas,
enquanto outros em pleno campo, serão dados a comer às feras, enquanto outros
ainda, refugiados nas montanhas e nas cavernas, morrerão de peste. Farei da
terra uma solidão e um deserto, e assim cessará o orgulho da sua força e os
montes de Israel ficarão abandonados por falta de quem passe por eles. Desse
modo saberão que eu sou Iahweh, quando eu reduzir a terra a uma desolação e a
um deserto, por causa de todas as abominações que praticaram” (Ez
33.25-29); este texto sagrado é a sentença divina contra os sionistas, que
cometem as mesmíssimas abominações que cometerem os israelitas do passado para
os quais fora direcionada a mensagem divina através do profeta Ezequiel.
4. Ora, o texto de Ez 33.25-29 apresenta as seguintes
práticas imundas dos judeus do passado, as mesmas práticas do movimento sionista,
as quais são (v. 25-26):
(i) [v. 25] Os israelitas devoraram o sangue; esta
expressão significa tanto consumo de sangue humano quanto consumo de carne
humana; ou seja, os israelitas da época do profeta Ezequiel estavam cometendo
canibalismo. E o faziam a fim com fins de adoração a Baal e a Moloque, os
ídolos imundos dos povos pagãos; por esta razão, os israelitas promoviam
guerras para ter posse da terra (guerra para domínio), amparados pelo orgulho e
pela força demoníaca que emanavam dos sacrifícios humanos que praticavam.
(ii) [v. 26] Ao fazer estes sacrifícios, e ao
cometerem canibalismo, os israelitas se estribavam em suas espadas, em suas
armas, ou seja, manifestavam soberba por causa de poderio bélico; pois, estas
abominações que cometiam os levava a profanar a mulher do próximo a fim de
dominarem a terra, ou seja, cometiam adultério ou qualquer crime sexual em
troca de força ou influência (em troca de poder); ou dito em outros termos, o
canibalismo que os israelitas praticavam em adoração a Baal e a Moloque
engendrava o espírito de luxúria que os fazia profanar a mulher do próximo
cometendo adultérios e prostituições (cf. Os 4.12-13), bem como os fazia
rinchar ao cometer tais abominações (cf. Jr 5.7-8); as profanações sexuais são
fruto direto de abominações espirituais praticadas. Estes são alguns dos
efeitos do canibalismo praticado pelos israelitas do passado; etc.
E a guisa de conclusão deste aspecto, que se saiba: os
que os israelitas do passado fizeram, os sionistas do presente também fazem
completamente e plenamente. Portanto, o desvelar das práticas antigas também é
o desvelar das práticas atuais. Com efeito, as abominações dos antigos
israelitas são seguidas à risca pelos sionistas.
5. E Deus sentencia o justo juízo contra aqueles que
praticam estas abominações, o qual se manifesta da seguinte maneira (v. 27-29):
(i) [v. 27] Os juízos de Deus contra as abominações
mencionadas se manifestam em morte para o povo maldito que prática tais
abominações; por isso, uns serão mortos a espada, outros pelas feras, outros
morrerão de peste. As abominações praticadas trazem o juízo de morte para o
povo maldito que comete tais abominações – no passado, os israelitas; em tempos
atuais, os sionistas.
(ii) [v. 28] Os juízos de Deus contra as abominações
mencionadas, também se manifesta contra a terra maldita que pratica estas
abominações; Deus fará de Israel uma terra de solidão e de deserto, para que o
orgulho da força que provém de abominações seja esvaído e completamente
destruído; a terra se tornará em deserto e em solidão pela maldade de seus
habitantes e de seus governantes – em tempos atuais, por causa da maldade
praticada pelos sionistas e da malignidade demoníaca dos líderes sionistas.
(iii) [v. 29] O juízo de Deus é a manifestação de Sua
glória e santidade para condenar as abominações praticadas, e para que todas as
gentes saibam que Deus é o Senhor Todo-Poderoso, que Ele é Jeová, quando
reduzir a terra a desolação e a um deserto; os homens que plantam abominação
colhem desolação e destruição. E de fato Deus lhes irá julgar com retidão e
justiça de acordo com grau de abominação que praticaram; e como os judeus
cometem abominações terríveis o juízo de Deus será terrível e horrendo (cf. Jr
5.26-30; Hb 10.31). Os sionistas sofrerão o mesmo juízo pronunciado no texto
sagrado posto praticarem as mesmas abominações mencionadas no texto sagrado.
6. Deste modo, o texto de Ez 33.25-29 é um dos muitos
textos sagrados que podem ser evocados para demonstrar que a autoridade da
Sagrada Escritura condena as abominações sionistas; logo, nenhum cristão pode
apoiar o sionismo senão decai da fé; a retidão da fé também está em rejeitar
práticas hediondas que vituperam a moral revelada, tais como as práticas dos
sionistas; portanto, biblicamente o sionismo é condenado pela presunção das
práticas abomináveis que engendram uma força sobre-humana pela soberba
demoníaca com que são praticadas; de fato, os rituais sionistas são
manifestação máxima de soberba; contra estes, o próprio Deus é fogo consumidor
e é juiz santo e justo; quando chegar o tempo oportuno, todos os juízos de Deus
contra as abominações sionistas serão manifestação gloriosa da santidade e da
justiça de Deus (cf. Sl 145.17).
7. Além da autoridade da Sagrada Escritura, se pode
evocar a autoridade dos Padres da Igreja; por estes dois modos se comprova
cabalmente que o sionismo é inimigo da fé reta e sólida; ora, entre os vários
Santos Padres que escreveram contra as abominações dos judeus (em tempos
atuais, as abominações sionistas) se menciona dois: Tertuliano e São João
Crisóstomo; as apologias destes dois Santos Padres do passado são suficientes
para aclarar que os cristãos não podem ser sionistas. Tertuliano, em sua obra “Contra
os Judeus” apologiza contra a volta de práticas judaicas e das abominações cometidas
pelos judeus; etc. E São João Crisóstomo, em sua obra “Contra os Judeus”,
também apologiza de maneira ainda mais veemente contra práticas judaizantes e
contra as abominações praticadas pelos judeus; etc.
Ora, em ambas estas obras, tanto a de Tertuliano
quanto a de São João Crisóstomo, se tem a voz da fé contra as abominações dos
judeus; logo, a voz da fé também se manifesta contra as abominações sionistas.
Portanto, tanto de acordo com a autoridade da Sagrada Escritura quanto de
acordo com a autoridade da Sagrada Tradição, se entende claramente que aquele
que confessa a fé cristã não pode ser sionista; e contra isso não há argumento
posto o argumento de autoridade ser por si suficientíssimo para anematizar o
sionismo.
8. E termina aqui esta explicação. Bendito seja Deus por todas as coisas. Amém.
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