Prólogo.
Ao tornar pública minha rejeição e abjuração da “fé”
protestante, recebi e fui alvo de várias acusações e calúnias; por esta razão,
resolvi escrever uma breve resposta a estes e outros caluniadores a respeito de
minha abjuração da “fé” protestante; evidentemente, não vou fazer aqui um
tratado exaustivo e nem extenso, mas declararei de maneira simples e breve, o
que concerne a esta abjuração e a minha total repudia e repugnância do
protestantismo.
Em relação a minha vida pessoal, sempre cresci em
contato tanto com o catolicismo quanto com o protestantismo, embora tenha sido
mais propriamente parte do viés protestante; no entanto, após alguns anos de
estudo, oração e experiência, me tornaram mais do que evidente que a “fé”
protestante não possui plenitude da verdade - aliás, ao se observar o contexto
brasileiro nem precisa se estudar muito para se compreender isso.
Portanto, ao declarar abertamente minha abjuração da “fé”
protestante, ao mesmo tempo em que declarei abertamente meu caminho à
Ortodoxia, não esperava receber as muitas maledicências que me foram
desferidas; sempre lidei com calúnias, difamações e similares, mas não por
conta da abjuração de uma falsidade que se passa por nome de “cristianismo”; na
verdade, estas calúnias por si demonstram toda a perfídia inerente ao
protestantismo; enfim, responderei estes caluniadores ao demonstrar minha total
abjuração da “fé” protestante.
Capítulo I: Pastores Soberbos.
A mais hedionda manifestação de que a “fé” protestante
é erro e é heresia, é que os sacerdotes protestantes são uma casta de pastores
soberbos; tal como for os líderes assim serão seus liderados, e vice-versa (cf.
Os 4.9-10); os pastores protestantes, principalmente os do neo-protestantismo
(95% da chamada igreja evangélica), são soberbos, com pouquíssimas exceções; como
se sabe, a soberba se manifesta em diversas formas; nos pastores evangélicos se
demonstra pelo menos de quatro modos: primeiro, na rejeição ao conhecimento
teológico (cf. Os 4.6); segundo, por arrolarem a si uma autoridade suprema nas “igrejas”,
das quais acabam por se tornar donos (cf. Ez 34.3-4); terceiro, por serem
dominadores das “igrejas” (cf. 1Pe 5.3); quarto, por serem sujeitos ao espírito
de engano já que não pregam a verdade e propagam engano (cf. Os 4.8; 2Ts
2.11s).
Deste modo, são mais do que óbvias as razões para a
abjuração da “fé’ protestante; pois, é uma soberba tão insidiosa e tão abrupta,
que as “igrejas” protestantes totalmente permeadas por pastores-dominadores; e
isso também se manifesta no próprio modo de agir e de pensar daqueles que são
parte destes ajuntamentos: todos se tornam sujeitos a vontade de poder do
pastor-dominador e começam a agir exatamente como os tais querem; as
denominações se tornam sistemas viciosos e viciantes; por isso, os “membros”
das denominações protestantes sempre praticam os erros da vontade de poder da
ideologia dominante (comunismo), já que um pastor-dominador sempre é serviçal,
consciente ou não, das vontades da ideologia dominante; e os seus liderados se
tornam exatamente como os mesmos.
Deste modo, estas são razões mais do que óbvias para
abjurar absolutamente a “fé” protestante.
Agora, vós que dizeis que estou errado, dizeis-me vós
que é que podeis argumentar em favor destas infâmias; o Santo Evangelho condena
veementemente vossas práticas e vós ainda quereis dizer que estou errado por
abjurar e lutar contra vossas práticas.
Ó, hipócritas, olhais por vós mesmos e vereis em quão
terríveis caminhos de perdição vós estais.
Capítulo II: A Prostituição Litúrgica.
Outro aspecto terrível da “fé” protestante é a total
prostituição litúrgica; e este aspecto é o calcanhar de Aquiles do
protestantismo; pois, o que demonstra se uma “comunidade de fé” é igreja ou
não, é justamente a imutabilidade litúrgica; onde há corrupção litúrgica não há
cristianismo; a fé em Jesus Cristo é demonstrada e evidenciada em todo o seu
fulgor justamente na fidelidade litúrgica; e o neo-protestantismo é totalmente
apostasioso quando o assunto é liturgia; na verdade, a apostasia litúrgica do
protestantismo é consequência direta da corja de pastores soberbos que lideram
as denominações protestantes, pois aqueles que mudam a liturgia (que deveria
permanecer inalterável), demonstram com isso que se colocam acima da autoridade
do próprio Deus (cf. Ml 1.6).
Ora, muitos aspectos evidenciam de maneira cabal a
prostituição litúrgica do protestantismo; mas, em suma, a prostituição
litúrgica, isto é, os erros e abusos litúrgicos, cristalizam a incontinência na
parte sensual da alma, atinando o povo para as prostituições sexuais, tais como
fornicação e adultério (cf. Os 4.12); etc. Portanto, onde há prostituição litúrgica
só haverá incontinência, e por consequência tal denominação ou comunidade não
pode ser reconhecida como igreja cristã.
Pois, a pior, a mais abrupta, a mais terrível e a mais
irrevogável forma de apostasia na qual uma “igreja” pode decair é justamente a
apostasia litúrgica; e nas manifestações “culticas” do protestantismo tudo é
evidência de apostasia litúrgica; além do que, as liturgias protestantes são
expressão apodítica de imbecilidade posto destruírem a inteligência.
Assim sendo, é mais do óbvio as razões teológicas para
abjurar totalmente a “fé” protestante.
E a corja protestante me diz que estou errado em lhes
criticar abertamente; para esta corja respondo: olhais vossas liturgias e se
tiverem um pingo de bom senso e inteligência vereis quão apostasiosos vós sois,
ó insolentes protestantes.
A insolência dos pastores evangélicos se mostra de
maneira cabal quanto o assunto é liturgia. Considerai por vós e vereis quão
distantes estais da Sagrada Escritura, da Sagrada Tradição e da reta razão
quando o assunto é liturgia.
Capítulo III: Imbecilidade e Jactância.
Ora, a junção de uma liderança soberba, com a
permissividade hipócrita de práticas anti-bíblicas nas “denominações
evangélicas”, principalmente a prostituição litúrgica, assomam uma das piores
formas de soberba nas denominações evangélicas, a saber, a obstinação contra o
conhecimento (cf. Sl 10.4), manifesta em imbecilidade e/ou em jactância; a
imbecilidade é a rejeição consciente do saber, rejeição da busca pelo saber; e
a jactância é quando se diz saber, ou conhecer, quando na verdade não se sabe e
não conhece. Por isso, tanto a imbecilidade quanto a jactância são
manifestações da soberba.
E se constata algumas manifestações, a partir das
ações daqueles que são protestantes, que comprovam cabalmente que o
protestantismo é junção de imbecilidade e jactância, as quais são: (1) Possuem
a inteligência destruída pela incontinência na parte sensual da alma (cf. Os
4.11). (2) Entregam-se a luxúria (cf. Os 4.10b). (3) São enganados pelo
espírito de luxúria (cf. Os 4.12). Pois, onde há luxúria a consciência está cauterizada
e a inteligência está destruída. Por esta razão são soberbos, e manifestam esta
soberba engendrada pela luxúria tanto através da imbecilidade quanto através da
jactância.
Com isso, se demonstra, de maneira óbvia e
clarividente, as razões para se abjurar de maneira inconcussa a “fé”
protestante.
Ora, vós me caluniais por declarar anátemas contra
vós, mas sois vós mesmos que vos colocais sob anátema, ao atentarem contra os
ensinamentos do Santo Evangelho criando outro evangelho (cf. Gl 1.8); na
verdade, vossa imbecilidade e jactância, conquanto em muitos fique velada, se
manifesta nas infernoses da inveja; vossa imbecilidade e jactância os
torna invejosos, e por isso mesmos se tornam subservientes as ações de todos os
tipos de demônios (cf. Tg 3.16).
Capítulo IV: A Rejeição a Verdade.
Além destes aspectos, se observa que a “fé”
protestante é uma total manifestação de rejeição a verdade, tanto devido a
obstinação que possuem contra o saber, quanto pela obstinação em permanecerem
em práticas contrárias a Sagrada Escritura e contrárias a Tradição Apostólica;
por estarem em estágio de apostasia, as “denominações” evangélicas se
estabelecem em rejeição a verdade; e isso se comprova pelo fato de que tanto se
abre “denominações” e se “prega” (o que eles chamam de pregação), mas o que
menos se tem nas “denominações” evangélicas é o conhecimento da verdade; na
verdade, as “denominações” evangélicas são seitas anti-verdade.
Aliás, devido a falta da verdadeira piedade não
conseguem entender nada corretamente; os que temem ao Senhor entendem tudo (cf.
Pv 28.5), mas os homens ímpios, aqueles que não amam a verdade, apenas promovem
engano (cf. 2Ts 2.9-12); e pelo simples fato de não amarem a verdade demonstram
que estão contra a verdade; ó insolentes protestantes vós rejeitais a verdade
porque vós não viveis em piedade.
E esta é, de acordo com o critério racional, uma razão
evidentíssima e suficientíssima para se abjurar completamente a “fé”
protestante.
E vós ainda quereis dizer que estou errado; vós estais
contra a reta razão; e aqueles que estão contra a reta razão estão contra
Cristo; a irracionalidade é a manifestação do espírito de anticristo; então, ó
insolentes protestantes até quando continuareis a atentar contra a verdade
racional para propagarem sofismas espirituais; vós estais entesourados para o
juízo vindouro, não somente vós, mas todos os que estão contra a reta razão.
***
Epílogo. Ora, a partir destas
considerações, respondi de forma sintética e em estilo bem simples, as razões
mais do que clarividentes do porque abjurei totalmente a “fé” protestante; e
tenho por certo de que as razões evocadas, esclarecem e respondem plenamente
estes caluniadores infernosos.
Todavia, ainda escreverei um relato autobiográfico
para dar a conhecer tudo quanto concerne a minha caminhada de fé, não só para
confutar e refutar toda esta corja de caluniadores infernosos, mas
principalmente para louvar e bendizer a Deus por ter me outorgado de Sua Graça
e me conduzido desde a tenra infância.
No mais, espero que para o presente momento esta
resposta sirva para confutar aqueles a quem é direcionada.
Laudate Deo!
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