01/01/2026

Breve Resposta aos Caluniadores

Prólogo.

 

Ao tornar pública minha rejeição e abjuração da “fé” protestante, recebi e fui alvo de várias acusações e calúnias; por esta razão, resolvi escrever uma breve resposta a estes e outros caluniadores a respeito de minha abjuração da “fé” protestante; evidentemente, não vou fazer aqui um tratado exaustivo e nem extenso, mas declararei de maneira simples e breve, o que concerne a esta abjuração e a minha total repudia e repugnância do protestantismo.

Em relação a minha vida pessoal, sempre cresci em contato tanto com o catolicismo quanto com o protestantismo, embora tenha sido mais propriamente parte do viés protestante; no entanto, após alguns anos de estudo, oração e experiência, me tornaram mais do que evidente que a “fé” protestante não possui plenitude da verdade - aliás, ao se observar o contexto brasileiro nem precisa se estudar muito para se compreender isso.

Portanto, ao declarar abertamente minha abjuração da “fé” protestante, ao mesmo tempo em que declarei abertamente meu caminho à Ortodoxia, não esperava receber as muitas maledicências que me foram desferidas; sempre lidei com calúnias, difamações e similares, mas não por conta da abjuração de uma falsidade que se passa por nome de “cristianismo”; na verdade, estas calúnias por si demonstram toda a perfídia inerente ao protestantismo; enfim, responderei estes caluniadores ao demonstrar minha total abjuração da “fé” protestante.

 

Capítulo I: Pastores Soberbos.

 

A mais hedionda manifestação de que a “fé” protestante é erro e é heresia, é que os sacerdotes protestantes são uma casta de pastores soberbos; tal como for os líderes assim serão seus liderados, e vice-versa (cf. Os 4.9-10); os pastores protestantes, principalmente os do neo-protestantismo (95% da chamada igreja evangélica), são soberbos, com pouquíssimas exceções; como se sabe, a soberba se manifesta em diversas formas; nos pastores evangélicos se demonstra pelo menos de quatro modos: primeiro, na rejeição ao conhecimento teológico (cf. Os 4.6); segundo, por arrolarem a si uma autoridade suprema nas “igrejas”, das quais acabam por se tornar donos (cf. Ez 34.3-4); terceiro, por serem dominadores das “igrejas” (cf. 1Pe 5.3); quarto, por serem sujeitos ao espírito de engano já que não pregam a verdade e propagam engano (cf. Os 4.8; 2Ts 2.11s).

Deste modo, são mais do que óbvias as razões para a abjuração da “fé’ protestante; pois, é uma soberba tão insidiosa e tão abrupta, que as “igrejas” protestantes totalmente permeadas por pastores-dominadores; e isso também se manifesta no próprio modo de agir e de pensar daqueles que são parte destes ajuntamentos: todos se tornam sujeitos a vontade de poder do pastor-dominador e começam a agir exatamente como os tais querem; as denominações se tornam sistemas viciosos e viciantes; por isso, os “membros” das denominações protestantes sempre praticam os erros da vontade de poder da ideologia dominante (comunismo), já que um pastor-dominador sempre é serviçal, consciente ou não, das vontades da ideologia dominante; e os seus liderados se tornam exatamente como os mesmos.

Deste modo, estas são razões mais do que óbvias para abjurar absolutamente a “fé” protestante.

Agora, vós que dizeis que estou errado, dizeis-me vós que é que podeis argumentar em favor destas infâmias; o Santo Evangelho condena veementemente vossas práticas e vós ainda quereis dizer que estou errado por abjurar e lutar contra vossas práticas.

Ó, hipócritas, olhais por vós mesmos e vereis em quão terríveis caminhos de perdição vós estais.

 

Capítulo II: A Prostituição Litúrgica.

 

Outro aspecto terrível da “fé” protestante é a total prostituição litúrgica; e este aspecto é o calcanhar de Aquiles do protestantismo; pois, o que demonstra se uma “comunidade de fé” é igreja ou não, é justamente a imutabilidade litúrgica; onde há corrupção litúrgica não há cristianismo; a fé em Jesus Cristo é demonstrada e evidenciada em todo o seu fulgor justamente na fidelidade litúrgica; e o neo-protestantismo é totalmente apostasioso quando o assunto é liturgia; na verdade, a apostasia litúrgica do protestantismo é consequência direta da corja de pastores soberbos que lideram as denominações protestantes, pois aqueles que mudam a liturgia (que deveria permanecer inalterável), demonstram com isso que se colocam acima da autoridade do próprio Deus (cf. Ml 1.6).

Ora, muitos aspectos evidenciam de maneira cabal a prostituição litúrgica do protestantismo; mas, em suma, a prostituição litúrgica, isto é, os erros e abusos litúrgicos, cristalizam a incontinência na parte sensual da alma, atinando o povo para as prostituições sexuais, tais como fornicação e adultério (cf. Os 4.12); etc. Portanto, onde há prostituição litúrgica só haverá incontinência, e por consequência tal denominação ou comunidade não pode ser reconhecida como igreja cristã.

Pois, a pior, a mais abrupta, a mais terrível e a mais irrevogável forma de apostasia na qual uma “igreja” pode decair é justamente a apostasia litúrgica; e nas manifestações “culticas” do protestantismo tudo é evidência de apostasia litúrgica; além do que, as liturgias protestantes são expressão apodítica de imbecilidade posto destruírem a inteligência.

Assim sendo, é mais do óbvio as razões teológicas para abjurar totalmente a “fé” protestante.

E a corja protestante me diz que estou errado em lhes criticar abertamente; para esta corja respondo: olhais vossas liturgias e se tiverem um pingo de bom senso e inteligência vereis quão apostasiosos vós sois, ó insolentes protestantes.

A insolência dos pastores evangélicos se mostra de maneira cabal quanto o assunto é liturgia. Considerai por vós e vereis quão distantes estais da Sagrada Escritura, da Sagrada Tradição e da reta razão quando o assunto é liturgia.

 

Capítulo III: Imbecilidade e Jactância.

 

Ora, a junção de uma liderança soberba, com a permissividade hipócrita de práticas anti-bíblicas nas “denominações evangélicas”, principalmente a prostituição litúrgica, assomam uma das piores formas de soberba nas denominações evangélicas, a saber, a obstinação contra o conhecimento (cf. Sl 10.4), manifesta em imbecilidade e/ou em jactância; a imbecilidade é a rejeição consciente do saber, rejeição da busca pelo saber; e a jactância é quando se diz saber, ou conhecer, quando na verdade não se sabe e não conhece. Por isso, tanto a imbecilidade quanto a jactância são manifestações da soberba.

E se constata algumas manifestações, a partir das ações daqueles que são protestantes, que comprovam cabalmente que o protestantismo é junção de imbecilidade e jactância, as quais são: (1) Possuem a inteligência destruída pela incontinência na parte sensual da alma (cf. Os 4.11). (2) Entregam-se a luxúria (cf. Os 4.10b). (3) São enganados pelo espírito de luxúria (cf. Os 4.12). Pois, onde há luxúria a consciência está cauterizada e a inteligência está destruída. Por esta razão são soberbos, e manifestam esta soberba engendrada pela luxúria tanto através da imbecilidade quanto através da jactância.

Com isso, se demonstra, de maneira óbvia e clarividente, as razões para se abjurar de maneira inconcussa a “fé” protestante.

Ora, vós me caluniais por declarar anátemas contra vós, mas sois vós mesmos que vos colocais sob anátema, ao atentarem contra os ensinamentos do Santo Evangelho criando outro evangelho (cf. Gl 1.8); na verdade, vossa imbecilidade e jactância, conquanto em muitos fique velada, se manifesta nas infernoses da inveja; vossa imbecilidade e jactância os torna invejosos, e por isso mesmos se tornam subservientes as ações de todos os tipos de demônios (cf. Tg 3.16).

 

Capítulo IV: A Rejeição a Verdade.

 

Além destes aspectos, se observa que a “fé” protestante é uma total manifestação de rejeição a verdade, tanto devido a obstinação que possuem contra o saber, quanto pela obstinação em permanecerem em práticas contrárias a Sagrada Escritura e contrárias a Tradição Apostólica; por estarem em estágio de apostasia, as “denominações” evangélicas se estabelecem em rejeição a verdade; e isso se comprova pelo fato de que tanto se abre “denominações” e se “prega” (o que eles chamam de pregação), mas o que menos se tem nas “denominações” evangélicas é o conhecimento da verdade; na verdade, as “denominações” evangélicas são seitas anti-verdade.

Aliás, devido a falta da verdadeira piedade não conseguem entender nada corretamente; os que temem ao Senhor entendem tudo (cf. Pv 28.5), mas os homens ímpios, aqueles que não amam a verdade, apenas promovem engano (cf. 2Ts 2.9-12); e pelo simples fato de não amarem a verdade demonstram que estão contra a verdade; ó insolentes protestantes vós rejeitais a verdade porque vós não viveis em piedade.

E esta é, de acordo com o critério racional, uma razão evidentíssima e suficientíssima para se abjurar completamente a “fé” protestante.

E vós ainda quereis dizer que estou errado; vós estais contra a reta razão; e aqueles que estão contra a reta razão estão contra Cristo; a irracionalidade é a manifestação do espírito de anticristo; então, ó insolentes protestantes até quando continuareis a atentar contra a verdade racional para propagarem sofismas espirituais; vós estais entesourados para o juízo vindouro, não somente vós, mas todos os que estão contra a reta razão.

 

***

 

Epílogo. Ora, a partir destas considerações, respondi de forma sintética e em estilo bem simples, as razões mais do que clarividentes do porque abjurei totalmente a “fé” protestante; e tenho por certo de que as razões evocadas, esclarecem e respondem plenamente estes caluniadores infernosos.

Todavia, ainda escreverei um relato autobiográfico para dar a conhecer tudo quanto concerne a minha caminhada de fé, não só para confutar e refutar toda esta corja de caluniadores infernosos, mas principalmente para louvar e bendizer a Deus por ter me outorgado de Sua Graça e me conduzido desde a tenra infância.

No mais, espero que para o presente momento esta resposta sirva para confutar aqueles a quem é direcionada.

Laudate Deo


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