1. A práxis sionista, como se mostrou evidente na guerra
imunda contra o Irã, concentra-se num amontoado de sofismas e falácias; nada no
sionismo se coaduna com a verdade; de fato, tudo no sionismo após a fundação do
Estado de Israel se concatena com a mentira e com a aceitação de crimes
hediondos contra a liberdade e de crimes contra a humanidade.
Deste modo, dado a retórica sionista ter se assomado
na mídia ao redor do mundo, convém analisar o sionismo de acordo com as leis da
lógica para demonstrar que a máquina de propaganda sionista busca velar a culpa
plena dos sionistas ao tentarem destruir aqueles que os acusam.
2. Ora, se algo não se sustenta logicamente, então
este algo não deve ser aceito pela humanidade; pois, tudo que é ilógico, como
de fato o sionismo o é, deve ser rejeitado como perigo à humanidade. Na
verdade, quanto mais ilógica é uma doutrina mais perigosa esta doutrina se
torna para a dignidade humana; pois, da ilogicidade ideológica surgiram os mais
hediondos crimes contra a humanidade.
E como o sionismo é uma manifestação plena de
ilogicidade, então o sionismo representa uma gravíssima ameaça à humanidade. De
fato, filosoficamente e juridicamente o sionismo deve ser criminalizado;
logicamente, é crime ser sionista e crime hediondo.
3. E, para analisar o sionismo de acordo com as leis
da lógica, tomar-se-á apenas três pressupostos sionistas para análise, hauridos
a partir da retórica religiosa do sionismo, os quais por si são suficientes
para descrever a doutrina sionista, e para a refutação lógica das imundícies
que os sionistas propagam; estes três princípios são: (i) primeiro, o
sionismo baseia-se num profetismo irracional; (ii) segundo, o sionismo
inventa e propaga neuroses contra seus críticos; (iii) terceiro, os
sionistas cometem crimes contra a humanidade.
4. [i] Primeiro, o sionismo baseia-se num
profetismo irracional. Em relação ao primeiro aspecto, se o coloca em análise
de acordo com as três leis gerais da lógica; de fato, o sionismo baseia-se num
profetismo irracional; pois, os sionistas arrolam para si as antigas profecias
bíblicas (do profetismo veterotestamentário), como permissividade para
praticarem coisas hediondas; ora, as profecias bíblicas são evidência da
santidade de Deus; por isso, se os sionistas praticam abominações que são
condenadas pelo próprio Deus, então os sionistas, no próprio profetismo abjeto
que propagam, decaem na lei da não-contradição, isto é, uma coisa não pode ser
verdadeira e falsa ao mesmo tempo.
Pois, como é fato indubitável que os sionistas
promovem e praticam ações que Deus abomina (cf. Dt 18.10-12), então o
profetismo sionista é algo logicamente contraditório, pois Deus não apoia quem
pratica abominações; portanto, logicamente pela leia da não-contradição, o
sionismo é ilógico; logo, o sionismo é irracional. Deste modo, o que provém do
sionismo não provém de Deus.
5. Além disso, ao se ponderar sobre o profetismo
sionista se percebe que o mesmo também é destruído pela lei da identidade, isto
é, que uma proposição é idêntica a si mesmo; por isso, se constata que o
sionismo é definido não por aquilo que afirma de si, mas pelo que pratica;
pois, o sionismo afirma de si e toma para si as profecias bíblicas, como se o
sionismo fosse algo que Deus aprova e aceita, mas as ações dos sionistas
demonstram totalmente o contrário, ou seja, que os sionistas são abominação
para Deus.
Portanto, pela lei lógica da identidade se sabe que o
sionismo é ilógico e irracional, pois a identidade real do sionismo não é a
identidade oficial que o sionismo propaga pelas mídias. Os sionistas cometem
abominações e se utilizam da máquina de propaganda para evocar um coitadismo
doentio ao redor do mundo fazendo parecer que os “coitadinhos” são os
sionistas.
Ora, pela lei lógica de identidade se sabe que algo é
o que as ações que praticam demonstram ser; portanto, como os sionistas
praticam abominações (tais como estupro e tortura de crianças, canibalismo,
etc.), então logicamente os sionistas são abomináveis; e este juízo lógico é
universal, apodítico e indubitável.
6. [ii] Segundo, o sionismo inventa e propaga
neuroses contra seus críticos. Em relação ao segundo aspecto, se faz o mesmo
que no aspecto anterior; de fato, o sionismo inventa e propaga neuroses contra
seus críticos; com efeito, a ilogicidade do sionismo faz com que os sionistas
inventem as mais terríveis neuroses contra aqueles que os criticam; o sionismo,
de modo mais abruto que qualquer ideologia histórica, não aceita críticas; como
se constata de maneira alarmante em tempos hodiernos, aqueles que criticam o
sionismo são tornados em algozes pela máquina de propaganda sionista; em
sentido anamnésico, aos sionistas quererem passar-se por certos propagando ilogicidades
e crimes isto demonstra que os sionistas são neuróticos.
Ora, mas por que os sionistas inventam e propagam
mentiras contra seus críticos? Simples, porque o sionismo é ilógico; a
ilogicidade do sionismo é tão gritante diante das abominações cometidas pelos
sionistas que os próprios sionistas inventam e propagam mentiras e calúnias
contra aqueles que os criticam para velar as abominações que cometem. Assim,
diante das leis da lógica as neuroses propagadas pelos sionistas demonstram por
si as doenças mentais dos próprios sionistas.
7. Por exemplo, os sionistas propagam as seguintes
neuroses contra o regime iraniano:
(i) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime
iraniano é contra os direitos humanos, quando na verdade são os sionistas os
maiores violadores dos direitos humanos.
(ii) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime
iraniano não respeita a dignidade das mulheres, quando na verdade são os
sionistas os maiores vituperadores da dignidade das mulheres.
(iii) Os sionistas inventaram a neurose de que o
regime iraniano não respeita a liberdade, quando na verdade são os sionistas os
maiores inimigos da liberdade ao redor do mundo.
(iv) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime
iraniano não é uma democracia porque é um estado religioso, quando na verdade é
o regime sionista que se diz uma democracia e age muito pior do que uma
teocracia. A teocracia iraniana é uma democracia de honra e respeito, enquanto
que a democracia israelita é uma teocracia violenta e criminosa.
Estas mentiras inventadas pelos sionistas são
definidas como neuroses, porque não são algo real; os sionistas inventam estas
mentiras, estas fake-news, e as tomam como se fosse parte da própria realidade,
gerando com isso uma neurose intransponível; é isso que os sionistas fazem
contra o regime iraniano, inventam neuroses e as propagam ao redor do mundo,
fazendo com muitos pensem que o regime iraniano é algo demoníaco, quando na
verdade são os sionistas que são demoníacos e não os iranianos.
8. Assim, as neuroses sionistas inventadas contra o
regime iraniano e contra os antissionistas ao redor do mundo são abjetas, as
quais só são propagadas e instituídas através de feitiçaria; são mentiras tão
sorrateiras e tão sem-caráter que os sionistas inventam contra os iranianos e
contra os antissionistas ao redor do mundo, que as neuroses sionistas são todas
contra as leis da lógica.
Na verdade, tudo aquilo que a máquina de propaganda
sionista propaga ao redor do mundo é contra a lei lógica da identidade, posto
que as neuroses sionistas contra outros são expressão dos próprios crimes dos
sionistas; tudo aquilo que a máquina de propaganda sionista propaga ao redor do
mundo é contra a lei lógica da não-contradição posto que as neuroses sionistas
contra outros são expressão da própria hipocrisia dos sionistas; tudo aquilo
que a máquina de propaganda sionista propaga ao redor do mundo é contra a lei
lógica do terceiro excluído posto que as neuroses sionistas contra outros são
expressão da tentativa dos sionistas de esconder os crimes praticados acusando
destes crimes aqueles que os condenam; etc.
9. [iii] Terceiro, os sionistas cometem crimes
contra a humanidade. E em relação ao terceiro aspecto, se procede do mesmo modo
que nos dois aspectos anteriores; de fato, os sionistas cometem crimes contra a
humanidade; e ao cometerem estes crimes, os sionistas ainda querem se fazer de coitadinhos
como se sofressem algo de maneira injusta; aliás, os sionistas inventaram uma
mentira propagada em quase todo o mundo de que antissionismo é o mesmo que
antissemitismo; na verdade, o sionismo é que é antissemitismo, já que o
sionismo é descriminação racial. Assim, diante da lei lógica da identidade, se
sabe que o sionismo é o que faz, não o que diz ser; se o sionismo comete crimes
contra a humanidade, então o sionismo de fato é um perigo para a humanidade.
10. Além disso, ao se observar os crimes sionistas
desde a fundação do Estado de Israel em 1948, se pode também evocar a lei
lógica do terceiro excluído; ora, ou algo é X ou é Y; portanto, ou o sionismo
sofre com crimes ou o sionismo comete crimes; de fato, é mais do que óbvio que
são os sionistas os que cometem crimes; portanto, logicamente os sionistas são
criminosos contra os bens da humanidade.
Outrossim, é que se pode evocar também a lei lógica da
não-contradição; se os sionistas cometem crimes, não podem chamar os outros de
criminosos por causa dos que crimes que os próprios sionistas praticam; a
contradição dos sionistas nas acusações contra o regime iraniano e contra os
antissionistas demonstram os crimes dos próprios sionistas.
11. Com isso, está mais do que evidente a ilogicidade
do sionismo, razão mais do que evidente para que o sionismo seja rejeitado e
anematizado, tanto do ponto de vista racional quanto do ponto de vista
revelacional; o sionismo é maldição para a vida humana; o que é ilógico sempre
traz consequências hediondas para a vida humanas; pois, os propagadores de
ilogicidade sempre são algozes das verdades eternas; na verdade, quem propaga
ilogicidade acabará por cometer ações atrozes como se fosse algo normal; e o problema
moral do sionismo demonstra-se justamente nisso: cometem atrocidades e acham
que isso é algo normal; os divertimentos sionistas são abominações diante de
Deus e são crueldade infame diante dos homens.
12. Ora, pelo que fora demonstrado anteriormente, se
chega a conclusão de quão abjeto, inócuo, imbecil e criminoso é o sionismo;
portanto, racionalmente o sionismo nada tem de bom; com efeito, se o sionismo
não se sustenta logicamente, então obviamente o sionismo não somente é contra a
razão mas também contra a revelação; se o testemunho lógico é suficiente para confutar
o sionismo, então a fé aceita a conclusão lógica da reta razão e logicamente
rejeita o sionismo; e como fora afirmado em outro escrito, o cristão não pode
ser sionista e ponto; com efeito, quem apoia algo irracional e ilógico além de
não possuir caráter não deve ser respeitado; assim, os sionistas não possuem
caráter e nem devem ser respeitados.
13. E chega-se a estas conclusões analisando
brevemente apenas três princípios hauridos da retórica religiosa do sionismo;
nem sequer se analisou tudo aquilo que é manifesto no chamado “credo” sionista,
que foi mencionado noutro escrito; enfim, estas conclusões por si são
suficientes para aclarar da perspectiva filosófica as abominações sionistas; se
o sionismo é refutado diante de uma simples análise lógica, então o sionismo
não presta para nada de bom; na verdade, se algo é refutado a partir da lógica,
então este algo é um malefício terrível para a humanidade; pois, a democracia e
o desenvolvimento humano só são efetivos com logicidade; logo, se não há
logicidade não há democracia e nem desenvolvimento humano; etc.
Além do que, a ilogicidade consciente e deliberada
demonstra doença na alma; portanto, a partir da análise lógica do sionismo
também se afere as doenças psíquicas dos próprios sionistas; a ilogicidade
demonstra muito sobre o estado da alma de um indivíduo; e a ilogicidade dos
sionistas demonstra cabalmente que os sionistas são dementes, lunáticos e
retardados; etc. E para o presente momento o que fora dito basta para confutar
o sionismo a partir de uma generalíssima e beócia ponderação lógica.
14. E termina aqui esta análise. Bendito seja Deus por
todas as coisas. Amém.
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