19/03/2026

Análise Lógica do Sionismo

1. A práxis sionista, como se mostrou evidente na guerra imunda contra o Irã, concentra-se num amontoado de sofismas e falácias; nada no sionismo se coaduna com a verdade; de fato, tudo no sionismo após a fundação do Estado de Israel se concatena com a mentira e com a aceitação de crimes hediondos contra a liberdade e de crimes contra a humanidade.

Deste modo, dado a retórica sionista ter se assomado na mídia ao redor do mundo, convém analisar o sionismo de acordo com as leis da lógica para demonstrar que a máquina de propaganda sionista busca velar a culpa plena dos sionistas ao tentarem destruir aqueles que os acusam.

2. Ora, se algo não se sustenta logicamente, então este algo não deve ser aceito pela humanidade; pois, tudo que é ilógico, como de fato o sionismo o é, deve ser rejeitado como perigo à humanidade. Na verdade, quanto mais ilógica é uma doutrina mais perigosa esta doutrina se torna para a dignidade humana; pois, da ilogicidade ideológica surgiram os mais hediondos crimes contra a humanidade.

E como o sionismo é uma manifestação plena de ilogicidade, então o sionismo representa uma gravíssima ameaça à humanidade. De fato, filosoficamente e juridicamente o sionismo deve ser criminalizado; logicamente, é crime ser sionista e crime hediondo.

3. E, para analisar o sionismo de acordo com as leis da lógica, tomar-se-á apenas três pressupostos sionistas para análise, hauridos a partir da retórica religiosa do sionismo, os quais por si são suficientes para descrever a doutrina sionista, e para a refutação lógica das imundícies que os sionistas propagam; estes três princípios são: (i) primeiro, o sionismo baseia-se num profetismo irracional; (ii) segundo, o sionismo inventa e propaga neuroses contra seus críticos; (iii) terceiro, os sionistas cometem crimes contra a humanidade.

4. [i] Primeiro, o sionismo baseia-se num profetismo irracional. Em relação ao primeiro aspecto, se o coloca em análise de acordo com as três leis gerais da lógica; de fato, o sionismo baseia-se num profetismo irracional; pois, os sionistas arrolam para si as antigas profecias bíblicas (do profetismo veterotestamentário), como permissividade para praticarem coisas hediondas; ora, as profecias bíblicas são evidência da santidade de Deus; por isso, se os sionistas praticam abominações que são condenadas pelo próprio Deus, então os sionistas, no próprio profetismo abjeto que propagam, decaem na lei da não-contradição, isto é, uma coisa não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.

Pois, como é fato indubitável que os sionistas promovem e praticam ações que Deus abomina (cf. Dt 18.10-12), então o profetismo sionista é algo logicamente contraditório, pois Deus não apoia quem pratica abominações; portanto, logicamente pela leia da não-contradição, o sionismo é ilógico; logo, o sionismo é irracional. Deste modo, o que provém do sionismo não provém de Deus.

5. Além disso, ao se ponderar sobre o profetismo sionista se percebe que o mesmo também é destruído pela lei da identidade, isto é, que uma proposição é idêntica a si mesmo; por isso, se constata que o sionismo é definido não por aquilo que afirma de si, mas pelo que pratica; pois, o sionismo afirma de si e toma para si as profecias bíblicas, como se o sionismo fosse algo que Deus aprova e aceita, mas as ações dos sionistas demonstram totalmente o contrário, ou seja, que os sionistas são abominação para Deus.

Portanto, pela lei lógica da identidade se sabe que o sionismo é ilógico e irracional, pois a identidade real do sionismo não é a identidade oficial que o sionismo propaga pelas mídias. Os sionistas cometem abominações e se utilizam da máquina de propaganda para evocar um coitadismo doentio ao redor do mundo fazendo parecer que os “coitadinhos” são os sionistas.

Ora, pela lei lógica de identidade se sabe que algo é o que as ações que praticam demonstram ser; portanto, como os sionistas praticam abominações (tais como estupro e tortura de crianças, canibalismo, etc.), então logicamente os sionistas são abomináveis; e este juízo lógico é universal, apodítico e indubitável.

6. [ii] Segundo, o sionismo inventa e propaga neuroses contra seus críticos. Em relação ao segundo aspecto, se faz o mesmo que no aspecto anterior; de fato, o sionismo inventa e propaga neuroses contra seus críticos; com efeito, a ilogicidade do sionismo faz com que os sionistas inventem as mais terríveis neuroses contra aqueles que os criticam; o sionismo, de modo mais abruto que qualquer ideologia histórica, não aceita críticas; como se constata de maneira alarmante em tempos hodiernos, aqueles que criticam o sionismo são tornados em algozes pela máquina de propaganda sionista; em sentido anamnésico, aos sionistas quererem passar-se por certos propagando ilogicidades e crimes isto demonstra que os sionistas são neuróticos.

Ora, mas por que os sionistas inventam e propagam mentiras contra seus críticos? Simples, porque o sionismo é ilógico; a ilogicidade do sionismo é tão gritante diante das abominações cometidas pelos sionistas que os próprios sionistas inventam e propagam mentiras e calúnias contra aqueles que os criticam para velar as abominações que cometem. Assim, diante das leis da lógica as neuroses propagadas pelos sionistas demonstram por si as doenças mentais dos próprios sionistas.

7. Por exemplo, os sionistas propagam as seguintes neuroses contra o regime iraniano:

(i) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime iraniano é contra os direitos humanos, quando na verdade são os sionistas os maiores violadores dos direitos humanos.

(ii) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime iraniano não respeita a dignidade das mulheres, quando na verdade são os sionistas os maiores vituperadores da dignidade das mulheres.

(iii) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime iraniano não respeita a liberdade, quando na verdade são os sionistas os maiores inimigos da liberdade ao redor do mundo.

(iv) Os sionistas inventaram a neurose de que o regime iraniano não é uma democracia porque é um estado religioso, quando na verdade é o regime sionista que se diz uma democracia e age muito pior do que uma teocracia. A teocracia iraniana é uma democracia de honra e respeito, enquanto que a democracia israelita é uma teocracia violenta e criminosa.

Estas mentiras inventadas pelos sionistas são definidas como neuroses, porque não são algo real; os sionistas inventam estas mentiras, estas fake-news, e as tomam como se fosse parte da própria realidade, gerando com isso uma neurose intransponível; é isso que os sionistas fazem contra o regime iraniano, inventam neuroses e as propagam ao redor do mundo, fazendo com muitos pensem que o regime iraniano é algo demoníaco, quando na verdade são os sionistas que são demoníacos e não os iranianos.

8. Assim, as neuroses sionistas inventadas contra o regime iraniano e contra os antissionistas ao redor do mundo são abjetas, as quais só são propagadas e instituídas através de feitiçaria; são mentiras tão sorrateiras e tão sem-caráter que os sionistas inventam contra os iranianos e contra os antissionistas ao redor do mundo, que as neuroses sionistas são todas contra as leis da lógica.

Na verdade, tudo aquilo que a máquina de propaganda sionista propaga ao redor do mundo é contra a lei lógica da identidade, posto que as neuroses sionistas contra outros são expressão dos próprios crimes dos sionistas; tudo aquilo que a máquina de propaganda sionista propaga ao redor do mundo é contra a lei lógica da não-contradição posto que as neuroses sionistas contra outros são expressão da própria hipocrisia dos sionistas; tudo aquilo que a máquina de propaganda sionista propaga ao redor do mundo é contra a lei lógica do terceiro excluído posto que as neuroses sionistas contra outros são expressão da tentativa dos sionistas de esconder os crimes praticados acusando destes crimes aqueles que os condenam; etc.

9. [iii] Terceiro, os sionistas cometem crimes contra a humanidade. E em relação ao terceiro aspecto, se procede do mesmo modo que nos dois aspectos anteriores; de fato, os sionistas cometem crimes contra a humanidade; e ao cometerem estes crimes, os sionistas ainda querem se fazer de coitadinhos como se sofressem algo de maneira injusta; aliás, os sionistas inventaram uma mentira propagada em quase todo o mundo de que antissionismo é o mesmo que antissemitismo; na verdade, o sionismo é que é antissemitismo, já que o sionismo é descriminação racial. Assim, diante da lei lógica da identidade, se sabe que o sionismo é o que faz, não o que diz ser; se o sionismo comete crimes contra a humanidade, então o sionismo de fato é um perigo para a humanidade.

10. Além disso, ao se observar os crimes sionistas desde a fundação do Estado de Israel em 1948, se pode também evocar a lei lógica do terceiro excluído; ora, ou algo é X ou é Y; portanto, ou o sionismo sofre com crimes ou o sionismo comete crimes; de fato, é mais do que óbvio que são os sionistas os que cometem crimes; portanto, logicamente os sionistas são criminosos contra os bens da humanidade.

Outrossim, é que se pode evocar também a lei lógica da não-contradição; se os sionistas cometem crimes, não podem chamar os outros de criminosos por causa dos que crimes que os próprios sionistas praticam; a contradição dos sionistas nas acusações contra o regime iraniano e contra os antissionistas demonstram os crimes dos próprios sionistas.

11. Com isso, está mais do que evidente a ilogicidade do sionismo, razão mais do que evidente para que o sionismo seja rejeitado e anematizado, tanto do ponto de vista racional quanto do ponto de vista revelacional; o sionismo é maldição para a vida humana; o que é ilógico sempre traz consequências hediondas para a vida humanas; pois, os propagadores de ilogicidade sempre são algozes das verdades eternas; na verdade, quem propaga ilogicidade acabará por cometer ações atrozes como se fosse algo normal; e o problema moral do sionismo demonstra-se justamente nisso: cometem atrocidades e acham que isso é algo normal; os divertimentos sionistas são abominações diante de Deus e são crueldade infame diante dos homens.

12. Ora, pelo que fora demonstrado anteriormente, se chega a conclusão de quão abjeto, inócuo, imbecil e criminoso é o sionismo; portanto, racionalmente o sionismo nada tem de bom; com efeito, se o sionismo não se sustenta logicamente, então obviamente o sionismo não somente é contra a razão mas também contra a revelação; se o testemunho lógico é suficiente para confutar o sionismo, então a fé aceita a conclusão lógica da reta razão e logicamente rejeita o sionismo; e como fora afirmado em outro escrito, o cristão não pode ser sionista e ponto; com efeito, quem apoia algo irracional e ilógico além de não possuir caráter não deve ser respeitado; assim, os sionistas não possuem caráter e nem devem ser respeitados.

13. E chega-se a estas conclusões analisando brevemente apenas três princípios hauridos da retórica religiosa do sionismo; nem sequer se analisou tudo aquilo que é manifesto no chamado “credo” sionista, que foi mencionado noutro escrito; enfim, estas conclusões por si são suficientes para aclarar da perspectiva filosófica as abominações sionistas; se o sionismo é refutado diante de uma simples análise lógica, então o sionismo não presta para nada de bom; na verdade, se algo é refutado a partir da lógica, então este algo é um malefício terrível para a humanidade; pois, a democracia e o desenvolvimento humano só são efetivos com logicidade; logo, se não há logicidade não há democracia e nem desenvolvimento humano; etc.

Além do que, a ilogicidade consciente e deliberada demonstra doença na alma; portanto, a partir da análise lógica do sionismo também se afere as doenças psíquicas dos próprios sionistas; a ilogicidade demonstra muito sobre o estado da alma de um indivíduo; e a ilogicidade dos sionistas demonstra cabalmente que os sionistas são dementes, lunáticos e retardados; etc. E para o presente momento o que fora dito basta para confutar o sionismo a partir de uma generalíssima e beócia ponderação lógica. 

14. E termina aqui esta análise. Bendito seja Deus por todas as coisas. Amém. 


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