11/03/2026

Considerações sobre a guerra contra o Irã

Prólogo

 

Diante do início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, e a após a morte de Khamenei, surgiram novamente uma série de imbecilidades propagadas na mídia sionista; soma-se a isso o terrível fato de que estas mentiras também são propagadas por “cristãos” e ‘teólogos” protestantes, e estes vis “teólogos” e “pastores” protestantes ao defenderem as ações vis de Israel e dos EUA contra o Irã acabam por incorrer em defesa da feitiçaria sionista. De fato, quem defende práticas oriundas das feitiçarias também é participante destas práticas (cf. Rm 1.32).

Ora, o sionismo é inimigo da fé reta e sólida; com isso, resolvi tecer algumas considerações sobre o sionismo a partir da guerra dos sionistas contra Irã, baseado em fatos reais, não em mentiras inventadas pela propaganda sionista; por isso, ao evocar algumas considerações sobre guerra contra o Irã, também se aproveita para explicar algumas práticas hediondas do sionismo, que vão ser combatidas veementemente em outros escritos.

Mas, ao tecer algumas considerações sobre o Irã, decidi iniciar o combate do sionismo por este escrito, a fim de também demonstrar que muitas vezes diante das abominações cometidas por Israel, os persas são “ungidos” por Deus para propagar a justiça, como tem sido manifesto desde tempos antigos.

 

I

 

A primeira e a mais corriqueira das mentiras inventadas sobre o Irã é a respeito do código jurídico iraniano; acusam os líderes iranianos de crueldade, mas a jurisprudência do Irã é rígida; na verdade, desde tempos antigos, o código jurídico-cultural dos persas é inalterável; fora a dinastia Pahlavi (1925-1979) que procurou modificar isso, não porque consideravam errado, mas pela influência do sionismo, para enfraquecer moralmente a sociedade iraniana; portanto, acusar o Irã de crueldade é incorrer em sofisma; pois, a lei persa, lei que não pode ser revogada e nem mudada (cf. Dn 6.8), é uma lei rígida e que é cumprida a risca nos mínimos preceitos. Falar que o Irã é cruel por seguir sua lei milenar é o mesmo que propagar injustiça.

Os que apregoam a suposta injustiça iraniana, arrolam os seguintes argumentos: o Irã executa mulheres e jovens, o Irã reprime e oprime seu próprio povo, etc.; sim, a lei iraniana prevê pena de morte para uma série de crimes, a qual é seguida a risca com quem quer que seja, seja homens, mulheres ou jovens; por exemplo, o Irã atribui penas abruptas e até pena de morte para homens que batem em suas mulheres; e isso a propaganda sionista não fala; na verdade, o Irã promove o respeito a dignidade das mulheres no lar como “direito fundamental” (que país do mundo apregoa isso?); agora, se os próprios iranianos descumprem sua lei milenar, não podem reclamar da aplicação da lei por parte da autoridade estatal.

Além do que, os líderes públicos do Irã, em sua maior parte, são juristas de enorme capacidade; e aqueles que ajudam de maneira mais próxima o Khamanei, ou que podem ser eleitos como líder Supremo do Irã, devem necessariamente serem Ijtihad, isto é, eruditos conhecedores da jurisprudência alcorânica e suas nuances diante das dificuldades atuais; a jurisprudência do Irã é uma das mais antigas e uma das mais bem estabilizadas juridicamente em todo o mundo; os que querem desestabilizar e destruir o Irã é que dizem que o Irã é um país injusto no sentido jurídico. De fato, juridicamente o Irã não é um país injusto.

 

II

 

A segunda e a mais propagada das mentiras sobre o Irã é que o regime iraniano é um regime opressor; as manifestações são permitidas no Irã; só não é permitido a desordem; a desordem é condenada tanto na lei jurídica quanto na lei religiosa; o Alcorão afirma: “Deus não gosta da desordem” (Al-Qur’án, 2.205); e juridicamente a desordem é expressão de anarquia e de falta de cumprimento da lei; por isso, as manifestações que são motivadas pelo sionismo para causar desordem na sociedade iraniana são reprimidas de acordo com a lei; as manifestações desordeiras na lei persa é o mesmo que ações contra a liberdade no ornamento jurídico ocidental. Então, a crítica contra a ação legal do regime iraniano contra este tipo de manifestação é o mesmo que criticar os países ocidentais por atuarem com rigor contra ações que atentam contra a liberdade.

Além do que, os que criticam o regime iraniano de opressor são os que querem viver em anarquia jurídica e em práticas luxuriosas; no sentido legal, querem libertinagem, e no sentido moral querem as prostituições que emanam da feitiçaria sionista; as manifestações contra o regime iraniano de dentro do regime iraniano não advêm por causa de erros do regime iraniano, mas sim pela influência da feitiçaria sionista, que busca implementar a desordem na sociedade iraniana a partir da impregnação passiva de práticas luxuriosas; os que criticam o regime iraniano de dentro do regime são aqueles que já foram subjugados pela feitiçaria sionista; e a mídia sionista propaga como se eles tivessem se manifestando por causa de erros do regime.

Portanto, todas estas manifestações de iranianos contra o regime iraniano não são proveniência da própria identidade iraniana, mas o estopim gerado pela propaganda sionista após anos de infiltração para a implementação de práticas luxuriosas. Na verdade, os iranianos que se manifestam contra o regime iraniano são os que querem viver luxuriosamente, mas o regime iraniano, como é um regime religioso, com rígida conduta alcorânica, não permite tais práticas; por isso, os iranianos que se manifestam contra o regime iraniano são aqueles que querem a implementação na sociedade iraniana da falta de retidão e da falta de decência, o que é obra do sionismo.

Outrossim, é que as manifestações no Irã, se for de parte dos próprios iranianos é algo estranho se isso for em relação a ajuda dos EUA; se todos os iranianos odiassem em grau máximo o regime iraniano, mesmo assim não aceitariam receber nenhuma ajuda dos EUA e de Israel; o fato de serem iranianos, culturalmente persas, já é suficiente para não aceitarem o que provêm dos EUA e/ou de Israel; então, esta propaganda midiática em torno da aceitação por parte de iranianos de uma suposta “intervenção” dos EUA é propaganda enganosa; se existe algo que os iranianos odeiam mais do que tudo são as ações dos EUA em seu país, e isso desde sempre.

 

III

 

Com isso, surge a indagação: por que os EUA e Israel têm tanto ódio do Irã e do regime iraniano? Mais especificamente: por que os EUA e Israel têm tanto ódio do Khamenei? Será por que fora que o regime declarou morte a América? Não são por estas razões; a causa é espiritual; como os EUA e Israel são fortemente dominados pela feitiçaria sionista, então o ódio ao Irã e a Khamenei sempre foi motivado pela ação dos demônios.

O assassinato de Khamanei foi motivado e levado adiante porque ele e as autoridades religiosas iranianas promoveram a queima de Baal e anematizaram o culto a Baal; isso foi respondido pelo atual primeiro-ministro de Israel com declaração de guerra, pois para o sionismo destruir Baal é o mesmo que ameaçar a segurança e a existência de Israel; de fato, os sionistas acreditam que a segurança e a existência de Israel são obra de Baal; e Khamanei e os xiitas sempre condenaram isso; por esta razão são odiados pelos EUA e por Israel, e por isso também os xiitas lutam uma “guerra-santa” contra o sionismo.

Ora, não é difícil perceber quem está certo e quem está errado neste conflito. O martírio de Khamenei foi a comprovação de que o sionismo é totalmente dominado por bruxaria e feitiçaria; na verdade, a rejeição pública contra a adoração a Baal declarada por Khamenei e promovida pelo regime iraniano é a causa do ódio contra o Irã e de décadas de propaganda anti-Irã.

E, como fora dito, as manifestações contra o regime iraniano, todas elas, em todos os locais do mundo, não são por conta de erros do Líder Supremo ou do regime iraniano, mas sim expressão da manipulação passiva ocasionada pela feitiçaria sionista nos iranianos ao redor do mundo.

 

IV

 

Entretanto, o assassinato de Khamenei também serviu para desvelar o modus operandi do sionismo em seu plano de domínio mundial; o martírio do Khamenei, além de demonstrar toda a feitiçaria que é propagada pelo sionismo, também serviu para demonstrar como o sionismo se utiliza da impregnação passiva de hábitos para instaurar a imoralidade, a irracionalidade e a ilegalidade na sociedade global.

Ora, num geral, a partir do martírio de Khamenei, se pode descrever que o modus operandi do sionismo comporta os seguintes procedimentos:

(i) primeiro, os sionistas “rastreiam’ os freios e bloqueios morais de uma sociedade, para saber como destrui-los ou afrouxá-los, pois uma sociedade com força moral é uma sociedade que não é subjugada pela feitiçaria; agora uma sociedade moralmente decadente se torna uma sociedade que é facilmente dominada pela feitiçaria.

(ii) segundo, os sionistas buscam implementar meios, direitos ou indiretos, para corromper a firmeza moral ou macular a reputação de quem ensina a necessidade de pureza moral; e ao fazê-lo, o sionismo aos poucos faz a propaganda anti-moral através de acusações lunáticas e infundadas sobre os guardiões da moral e da justiça - fora isso que fizeram contra Khomeini, contra Khamenei e contra o Irã por décadas. Pois, assim os sionistas conseguem implementar passivamente nos homens os vícios, e fazer os homens escarnecerem da honra, desacreditarem da decência, desprezarem a religião, rejeitarem a firmeza moral, entre outras coisas.

(iii) terceiro, os sionistas buscam acusar de crimes hediondos, de maneira paulatina e veemente, todos aqueles que lutam contra as práticas infernais que o sionismo propaga; por exemplo, acusam o regime iraniano de que são lunáticos, fanáticos, que são opressores, etc., mas os sionistas promovem o sacrifício de crianças e a tortura de mulheres ao redor do mundo como parte da adoração a Baal. Ora, quem são os lunáticos: os iranianos ou os sionistas? Obviamente, os lunáticos são os sionistas.

(iv) quarto, os sionistas promovem o ódio contra os xiitas, pois os xiitas confrontam publicamente as práticas fétidas de Israel; os sionistas não aceitam ser confrontados em suas práticas abjetas e hediondas, e a maior parte que confronta as injustiças e as feitiçarias dos sionistas são os xiitas; por isso, o sionismo busca destruir, em primeira instância, através de engenharia reputacional, aqueles que acusam o vil baalismo que praticam.

Etc., etc., etc.

Deste modo, se entende como o sionismo consegue desmantelar a ordem de uma sociedade para impregnar imoralidade, ilegalidade e desinstitucionalização; no caso do Irã, foi exatamente este o procedimento, que culminou no assassinato de Khamenei; na verdade, o assassinato do Khamenei fora parte de um plano de domínio no Oriente Médio que Israel vai efetuar, pois, goste-se ou não, aceite-se ou não, no Oriente Médio, Khamenei era a última barreira moral e espiritual que impedia os avanços da feitiçaria sionista.

 

V

 

A propaganda anti-Irã foi tão enraizada pelo sionismo no mundo ocidental, que o Irã é tido por aqueles que são dominados pela feitiçaria sionista como uma nação opressora, uma ditadura terrível ou alguma coisa pior; esquecem-se que o Irã é uma república; além do que, ninguém da feitiçaria sionista consegue declarar e explicar nenhum crime do Irã com relação ao seu próprio ordenamento jurídico; falam que o Irã está errado, que é um Estado terrorista, etc., mais são os algozes do Irã que cometem tais erros; aliás, os líderes sionistas cometem crimes muito mais hediondos do que os que eles acusam os líderes do regime iraniano.

Na verdade, em relação a acusação os sionistas são piores do que os comunistas: não somente acusam do que são, mas acusam para esconder práticas ainda piores do que as que eles acusam. De fato, há uma propaganda sionista anti-Irã formada a muitas décadas, a qual está estrutura em um sistema tripartido de mentiras e sofismas; em suma, três são as afirmações da propaganda sionista anti-Irã:

1. Os sionistas afirmam que é o Irã é um estado terrorista, opressor e ditatorial.

2. Ademais, os sionistas afirmam que o Irã é uma nação antissemita e anti-judaica.

3. Ademais, os sionistas afirmam que o Irã desrespeita os direitos humanos.

E em relação a estas três afirmações da sofística sionista, se apresenta as seguintes respostas:

Ad. 1: O Irã não é um estado terrorista, nem opressor e nem ditatorial, no sentido que a propaganda midiática sionista gosta de afirmar; embora no ordenamento jurídico ocidental não se tenha margens para o terrorismo, no ordenamento jurídico persa isso não é terrorismo; pois, os grupos “terroristas” que são ditos financiados pelo Irã surgem como resposta as atrocidades que Israel comete; e como a lei antiga da Mesopotâmia é a lei de Talião, então os iranianos e outros povos do Oriente Médio respondem a Israel a partir dos crimes que Israel mesmo comete - no entanto, um fato curioso é que os “terroristas” matam bem menos do que Israel. Além do que, na cultura mesopotâmica isso não é terrorismo, é apenas busca por justiça.

OBS: Aqui não se faz apologia ao terrorismo, mas os grupos terroristas surgem ou por esta razão ou surgem financiados pelos sionistas para servirem de elemento acusatório contra as nações islâmicas que combatem as práticas hediondas de Israel.

Ad. 2: O Irã não é uma nação antissemita e nem anti-judaica; o Irã é sim uma nação antissionista; mas o Irã defende e protege muitos dos povos semitas; além disso, o Irã protege muitos judeus, proporcionando-lhes vida boa, digna e agradável; o regime iraniano, e os xiitas num geral, não gostam, e com total razão, é dos sionistas, posto as abominações que os sionistas cometem e propagam. Na verdade, nisso o regime iraniano dá uma lição em todo o mundo: é necessário que todas as pessoas de bem sejam antissionistas.

Ad. 3: O Irã não desrespeita os direitos humanos; apenas o ordenamento jurídico persa é totalmente diverso do ordenamento jurídico ocidental; além disso, a República do Irã é islâmica, isto é, é um estado religioso, e promove suas leis e regulamentos jurídicos de acordo com o Islam; os direitos dos povos no Irã são embasados por este princípio, não admitindo desordem; os que acusam o Irã de desrespeitar os direitos humanos, na verdade são os que acham que respeito pelos direitos humanos é permissividade com desordem; são estes desordeiros que acusam o regime iraniano de violar os direitos humanos. A sociedade iraniana é baseada no rigor da jurisprudência alcorânica; aqueles que seguem esta lei, vivem bem e em liberdade; os que não seguem a lei e descumprem a lei são punidos de maneira severa.

 

VI

 

Além destes e outros aspectos, a guerra contra o Irã, na verdade, é uma tentativa pública de instituir uma amnésia em relação ao caso Epstein; os líderes sionistas pensam que podem encobrir crimes sexuais hediondos fazendo guerra contra quem a mídia sionista intitula algozes; no entanto, diante destes crimes sexuais, e das práticas abomináveis dos sionistas, qualquer erro dos mulçumanos chegam a ser ínfimos; as abominações sionistas são mais terríveis do que as abominações que qualquer povo já praticou.

Deste modo, é clarividente que a guerra contra o Irã, o único país onde a sociedade e os líderes do regime declararam publicamente a rejeição aos crimes de Epstein e sua trupe, é por motivações outras do que as que são propagadas na mídia; a elite global, toda ela sujeita as abominações sionistas, manifestas no caso Epstein, que é apenas um dos muitos que praticam tais ações em nome do fortalecimento do sionismo, é a que está contra o Irã; a guerra contra o Irã é a guerra da abjeta elite global contra um regime que declarou publicamente sua abominação contra os crimes contra a humanidade cometidos pelos sionistas.

E por que a elite global odeia o Irã? Porque o regime iraniano se mostrou de fato a única resistência contra estes lixos humanos que fazem parte do círculo de Epstein e de outros. Todavia, esta guerra contra o Irã não velará o caso Epstein; na verdade, o assassinato de Khamenei, a tentativa de destruir o regime iraniano e de enfraquecer os aiatolás, é apenas uma demonstração de quão envolvidos a elite global está no caso Epstein; a elite global não possui senso moral e nem senso de justiça; por isso, os persas são odiados, pois permanecem com o senso da justiça natural incólume - pelo menos em relação aos sionistas isso é plenamente manifesto, e em relação a isso qualquer pessoa de bem está em favor do Irã.

Com efeito, os persas não serão intimidados por nada, nem por guerra, nem por assassinatos, nem por bombardeios contra o Irã, etc.; embora os persas há décadas tenham sido paulatinamente enfraquecidos, os criminosos da elite global vão aprender, mais cedo ou mais tarde, que não vão enfraquecer a força de vontade dos persas contra os crimes que a elite global cometera - principalmente os crimes idênticos aos do grupo de Epstein.

E mais uma vez, os persas enfrentam as injustiças hediondas propagadas por Israel; a história lembrará da coragem e da virtude dos persas ao combaterem, ainda que limitadamente, as abjetas e abomináveis práticas dos sionistas; toda nossa estima, caridade e solidariedade aos persas por esta ação santa que promovem.

 

VII

 

Neste mesmo quesito, a guerra é uma tentativa de capitular o Irã; e isto por dois motivos: primeiro, porque os sionistas querem demonstrar uma suposta superioridade moral; e isto em função de que o regime iraniano tem atacado veementemente os crimes hediondos praticados pelos sionistas; como os sionistas não sofrem justiça adequada, então aqueles que os acusam, são tidos pelos próprios sionistas como inferiores moralmente; a tentativa de capitular o Irã é uma forma dos sionistas, através de engenharia de propaganda, de tentarem se demonstrar como superiores moralmente; pois, se capitularem o Irã vão passar a falsa imagem de que são superiores moralmente em relação àqueles que confrontaram as práticas hediondas dos sionistas.

Segundo, porque os sionistas querem subjugar aqueles que abertamente declararam rejeição e anematizaram as abominações que os próprios sionistas cometem; na verdade, os sionistas consideram como inimigos mortais todos aqueles que combatem as feitiçarias sionistas. E observe-se bem: os sionistas declaram guerra contra os que combatem tortura contra mulheres; os sionistas declaram guerra contra os que combatem sacrifícios de crianças; os sionistas declaram guerra e buscam destruir os que propagam uma justiça ilibada em relação a crimes hediondos; etc.

Por isso, ao contrário do que dizem demonstrar, os sionistas estão na verdade demonstrando que o regime iraniano está totalmente correto em suas declarações e ações contra o sionismo. Deste modo, a tentativa de capitular o Irã é a demonstração de que os sionistas querem destruir aqueles que combatem as práticas infames do sionismo; mas, os iranianos, uma sociedade milenar, não serão capitulados, ainda que possam ser momentaneamente vencidos militarmente.

Portanto, a tentativa de capitular os persas é a demonstração do demônio de luxuria que atua e domina a elite global, pois o demônio da luxuria está pululando contra os que lutam contra a luxuria que está sendo propagada pelas ações dos sionistas. A tentativa de capitular o Irã é a ação do demônio para velar e esconder suas práticas implementadas através dos sionistas.

 

VIII

 

O status atual das ações dos países árabes em relação ao Irã, a quem deveriam apoiar na luta contra o sionismo, é algo peculiar, pois os países árabes rejeitaram a luta antissionista do regime iraniano, mesmo que o sionismo também tenha planos para destruir os países árabes; os países árabes que agora se calam e não ajudam o Irã serão os próximos na lista a serem destruídos pelos sionistas. O juízo da história será pesado sobre os países árabes por virarem as costas para o Irã simplesmente para proteger os interesses de homens vis que estrupam e sacrificam crianças em adoração a Baal.

E diante desta situação, surge a indagação: como os países árabes foram manipulados para se tornarem inimigos do Irã? A resposta não é muito simples; mas, se compreende que os países árabes estão sendo manipulados contra o Irã há décadas através de acordos bilaterais com a elite sionista e em troca de benefícios; na verdade, os acordos da elite globalista com os países árabes, ao dar-lhes concessões, também tinham por propósito fazer com que os árabes se voltassem contra o regime iraniano.

Além do que, a elite global conseguiu colocar líderes dos países árabes inseridos nas práticas hediondas do sionismo, tais como os de Epstein e sua trupe, a fim de poder manipulá-los em favor do sionismo com ameaças de divulgação e similares. Por isso, muitos dos líderes dos países árabes tem o “rabo preso” com o regime iraniano, que condena e combate veementemente tais práticas, principalmente daqueles que sendo mulçumanos praticam tais abominações; mesmo muitos dos mulçumanos sunitas foram sujeitados a feitiçaria sionista, e por terem parte nas práticas abomináveis dos sionistas se colocam contra o regime iraniano.

A maior parte dos países árabes está contra o Irã porque têm líderes importantes destes países que estão envolvidos no caso Epstein ou casos similares. Ou seja, os países árabes que estão contra o Irã venderam a própria honra em troca de se deleitarem nos chorumes infernais que emanam do sionismo.

 

IX

 

A guerra contra o Irã também tornou novamente evidente uma característica indiscutível do sionismo, a saber, o sionismo é descriminação racial; de fato, o sionismo é uma forma abrupta de racismo e descriminação racial elevada ao extremo; isso se observa, por exemplo, quando os sionistas acusam o regime iraniano de antissemitismo, quando na verdade são os sionistas que propagam plenamente o antissemitismo e o regime iraniano busca proteger os povos semitas; e outro exemplo, é que os sionistas acusam o regime iraniano de perseguir cristãos, quando na verdade são os sionistas aqueles que mais perseguem os cristãos, enquanto que o regime iraniano protege as religiões tradicionais e protege os grupos de cristãos mais antigos que são ameaçados e perseguidos pelos sionistas.

Portanto, o sionismo, ao ser descriminação racial, também propaga superioridade racial; as ações abomináveis dos sionistas, principalmente na adoração a Baal, quando eles torturam e sacrificam crianças, segundo os próprios sionistas, é em função deles alcançaram uma “evolução superior”; os sionistas estupram, torturam e matam crianças, depois de matarem eles tiram o intestino e comem as fezes destas crianças, o que segundo os próprios sionistas é parte do ritual para eles alcançarem essa “evolução superior”. Isso é uma forma de apregoarem de maneira totalmente descarada a ideia de superioridade racial. E ao lutarem contra o Irã, estão lutando contra um regime que busca combater as práticas infames dos sionistas em busca desta lunática “evolução superior”.

Aliás, o sionismo é um projeto nacionalista vinculado aos sionistas que chegam a altas lideranças no Estado de Israel, que na verdade é uma forma de colonialismo selvagem; o sionismo é uma forma de colonialismo moderno, que é sustentado pelas elites ocidentais como parte de um “pacto” para alcançar essa “evolução superior”; o regime iraniano luta contra este tipo de gente - na verdade, os sionistas não são gente, são lixos humanos.

Por isso, alinhar-se ao sionismo é o mesmo que aprovar estas práticas abomináveis que eles propagam de maneira descarada a muitas décadas: de maneira pública e visível pelo menos desde os anos de 1930; aliás, foram os sionistas que motivaram os nazistas a fazerem atrocidades contra os próprios judeus; o teórico do partido nazista, Martin Heidegger, era sionista; etc.

Com efeito, a luta do regime iraniano é contra uma doutrina que propaga descriminação racial e superioridade racial cometendo os mais infames e inomináveis crimes já vistos entre a humanidade; o regime iraniano luta contra uma ideologia política-religiosa que promove abominações contra os direitos humanos e contra a humanidade.

Portanto, que se saiba que quem apoia o sionismo apoia uma doutrina que busca instituir cometendo crimes hediondos a ideia de descriminação racial e de superioridade racial em função do que eles chamam de “Grande Israel”.

 

X

 

Ora, além destes aspectos e de muitos outros que poderiam ser evocados ao se fazer considerações sobre Irã, principalmente diante desta agressão imunda dos EUA e de Israel contra o Irã, se pode constatar, indubitavelmente, que a guerra contra o Irã é um daqueles momentos que pode ser definido como balança da história; pois, estes momentos são os que antecedem grandes juízos, principalmente daqueles que movidos pelo ódio causado pelas próprias infâmias praticadas buscam destruir os que possuem justiça e virtude. A balança da história será pesada contra os infamantes sionistas e contra os líderes mundiais omissos, que em suas omissões demonstram que participam dos chiqueiros sionistas.

E ao se observar as motivações reais da agressão dos EUA e de Israel contra o Irã, a partir de análise da propaganda sionista, se constata que os sionistas estão sendo movidos pela propaganda de que são “ungidos” por Deus, que isto é um “plano divino de Deus” para iniciar o Armagedom, entre outras loucuras espirituais; além disso, a propaganda sionista está demonizando os iranianos, os persas. No entanto, diante das loucuras propagadas pelos sionistas, e por toda a corja do sionismo que se assomou no evangelicalismo, se percebe que ações dos sionistas são abominação diante de Deus. Os sionistas, que sacrificam crianças para Baal, são abominação a Deus (cf. Dt 18.10-12) - e os que os apoiam também são abominação diante de Deus (cf. Rm 1.32).

O Deus Único e Verdadeiro não está presente nas loucuras sionistas, sejam elas propagadas pelo presidente dos EUA ou de qualquer outro grande líder público; na verdade, as ações insanas do sionismo norte-americano, que compõem a casta do governo norte-americano, são abominação a Deus; e as fétidas lideranças do evangelicalismo norte-americano ao quererem fazer orações e súplicas não mudam o fato de que as ações sionistas são abominação a Deus. Nada que provêm dos sionistas agrada a Deus. E estas falsas e abomináveis orações apenas testemunham da apostasia do evangelicalismo norte-americano.

Pois, teologicamente, os persas se tornam “ungidos” por Deus para combater as ações infames de Israel; diante das práticas abjetas e abomináveis dos sionistas, os quais nada tem a ver com o antigo povo israelita, os persas são mais justos e retos diante de Deus; a falsa superioridade moral que os EUA e Israel buscam demonstrar contra os iranianos, através da tentativa de capitular o Irã, é um subterfúgio que líderes sem caráter e totalmente corrompidos em práticas infames buscam utilizar para dopar suas consciências irrequietas diante da verdade dos fatos desvelados sobre suas ações criminosas.

Aliás, a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã revela muito sobre o evangelicalismo norte-americano; criou-se nos EUA uma “cultura” de que indivíduos que cometem crimes sexuais e cometem práticas hediondas podem ser chamados de “cristãos”; o messianismo político do sionismo é uma das maiores afrontas já inventadas pelos homens para quererem ser como “deus”.

E as ações vis, fétidas e imundas do atual presidente dos EUA demonstram de maneira cabal um homem que tem a síndrome de Lúcifer, um homem vil que tenta se mostrar superior aos demais enquanto está enlameado em alguns dos piores crimes já praticados na história da humanidade. Ora, diante de Trump o mártir Khamenei é alguém digno, honrado e santo, e isso é um fato inegável e que ecoará por toda a história.

 

XI

 

Outra questão, é a mentira da propaganda sionista sobre o Irã ser uma ditadura; o regime iraniano não é uma ditadura; o Irã é uma república; e todo o processo desta república se dá por votação; o povo iraniano elege por voto a assembleia dos peritos, homens capacitados para discutir as questões políticas, culturais e religiosas do Irã, os quais são os responsáveis por eleger o Líder Supremo e fiscalizar sua conduta de acordo com a lei iraniana. Isso tudo é um processo democrático. A diferença está na jurisprudência, que é rígida e não tem meios termos, e na qual a aplicação da justiça é severa.

A ideia de que o regime iraniano oprime seus cidadãos é propaganda sionista; pois, as manifestações desordeiras, proibidas na jurisprudência alcorânica, e previstas na lei persa com punição severa, até com pena de morte, é parte da cultura persa; analogamente, a proibição da lei persa-alcorânica em relação as manifestações desordeiras e contra o regime iraniano é o mesmo que a proibição nos países ocidentais do tráfico de drogas; embora pareça que tenha excessos nisso a partir de uma perspectiva ocidental, eles cumprem a lei milenar na qual estão embasados; o que para os ocidentais é excesso, para os persas é cumprimento da lei.

Pois, apesar de ser uma democracia, o Irã também é um estado religioso; e as manifestações desordeiras são afronta a religião alcorânica; por isso, são tratadas com severidade; pois, na cultura iraniana o respeito pela ordem e pela decência religiosa do regime são preceitos impreteríveis do estado iraniano.

Na cultura persa-iraniana não há dissociação entre o estado religioso e a democracia política; embora, isso pareça estranho para a cultura moderna no mundo ocidental, a co-existência destes dois princípios distintos em uma república é algo normal na cultura oriental.

Por isso, o estado iraniano é um estado teocrático-religioso, no qual os valores e as normas provêm da religião islâmica e são fundamentadas a partir do Alcorão; e a sociedade iraniana, em sua grande maioria, apoia totalmente este tipo de organização estatal (cerca de 98% da população iraniana).

Com efeito, se entende o que é o Irã do ponto de vista estatal, a partir do lema da república iraniana; de jure, o lema iraniano é “Deus é Grande” (Allāhu ʾAkbar), o que por si demonstra que a conformidade total do regime iraniano com a lei e as normas formalíssimas que emanam deste lema, a saber, as que estão prescrita no Alcorão e na tradição exegética alcorânica xiita; e, de facto, o lema iraniano é “independência e liberdade”, o que por si demonstra o que acontece na prática no regime iraniano.

Assim, tudo no regime iraniano é normatizado pela lei religiosa alcorânica sob o principium exegético xiita, e aplicado na prática em função desta lei, mas tendo por princípios a independência e a liberdade; qualquer ação que vitupera e blasfema da lei religiosa é punido de maneira severa - as mais das vezes, com a pena de morte -, e qualquer ação ilegal é tratada de acordo com os princípios da independência e liberdade.

Deste modo, a república iraniana é embasada nestes dois princípios; e o povo iraniano elege seus líderes de acordo com estes princípios: a assembleia dos peritos em função do princípio religioso, e os políticos em função do princípio da representação pública-estatal. Na verdade, tudo no Irã passa por votação, inclusive a pesquisa de satisfação com o governo ou com a assembleia dos peritos; etc.

 

XII

 

A guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, também serve para desvelar o mapa do poder nos EUA; pois, só sobe ao poder político nos EUA quem apoia as práticas insanas dos sionistas: na verdade, sobem ao poder devido aos pactos de bruxaria que fizeram, os quais permanecem velados e intactos a medida que são subservientes aos propósitos do sionismo; após Reagan, todos os presidentes norte-americanos (talvez, com a exceção de Biden!), estão sujeitos ao sionismo por terem sido participantes nas práticas lunáticas e criminosas dos sionistas promovidas em prol do iníquo projeto do “Grande Israel”.

Além disso, o atual presidente dos EUA teve a insolência de afirmar, de forma totalmente sofística, que o Irã tinha um plano de domínio do Oriente Médio; obviamente, isso é fake-news, pois o preceito alcorânico seguido pelo regime iraniano impede colonialismo; aliás, tudo o que o atual presidente dos EUA fala sobre o Irã é fake-news e desinformação; quem tem um plano de domínio do Oriente Médio, publicamente declarado, é o Estado de Israel; a agressão imunda contra o Irã não muda o fato de que o sionismo é uma forma contemporânea de colonialismo e de total descriminação racial.

Deste modo, a influência sionista na política norte-americana, e na política mundial, demonstra uma corja de falsos conservadores que surgiram apregoando direitismo e coisas similares, mas que propagam o mais terrível e abrupto progressismo (um tipo de progressismo que é assustador até mesmo para os comunistas!); o verdadeiro conservadorismo não se manifesta mais em relação ao sionismo; desde a fundação do Estado de Israel em 1948, o sionismo se tornou sem exceção numa forma abrupta de progressismo, que chegou a dar nojo até em Stálin.

Portanto, não existe conservadorismo onde há sionismo, e vice-versa, pois o sionismo após a fundação do Estado de Israel em 1948 é totalmente contrário a filosofia política conservadora; ainda, se afirma que o sionismo manipula até mesmo o movimento comunista, quando induz os comunistas a propagar práticas que geram várias formas de desinstitucionalização e similares.

O mapa do poder, não só dos EUA, mas de toda a elite mundial, quase sem exceção, é dominado pela feitiçaria sionista, na política, nas finanças, nas artes, etc. Os escusos motivos da guerra contra o Irã revelaram os interesses diabólicos da elite sionista com relação aos iranianos e em relação a todo o Oriente Médio.

 

XIII

 

O sionismo é uma forma extrema de etnofiletismo; na verdade, o sionismo é a forma mais extrema de filetismo; na modernidade, nem os mais abruptos colonialistas fizeram os que os sionistas buscam fazer; a busca pela superioridade racial dos sionistas desde a fundação do Estado de Israel em 1948 não se dá mais pelos instrumentos da purificação racial, mas pela impregnação passiva do nacionalismo sionista; aqueles que apoiam as infâmias do sionismo são aceitos pelos sionistas, mas aqueles que rejeitam estas infâmias e aqueles que os confrontam são tidos pelos próprios sionistas como inimigos mortais.

O filetismo sionista é a impregnação, a nível mundial, de um nacionalismo doentio em prol dos propósitos sionistas. E isto é algo aterrador; se o nacionalismo pátrio já é ruim e é demonstração plena de irracionalidade, o nacionalismo para com o Estado de Israel para quem não é israelita é algo ainda pior e é demonstração de total sujeição a vontade de poder sionista que se institui através de bruxaria.

Por isso, o sionismo institui uma política de vassalagem; pois, os níveis mais abruptos de filetismo buscam instituir a vassalagem; no caso específico do sionismo, a vassalagem chega a manifestações absurdas e doentias; os suseranos sionistas instituem a vassalagem a partir de impregnação passiva da feitiçaria; assim, os mestres da feitiçaria se tornam suseranos, e aqueles que são subjugados por esta feitiçaria, conscientemente ou não, se tornam vassalos.

E o modus operandi para a impregnação passiva da feitiçaria não é por participação ativa e consciente; pois, eles não precisam de permissão direta para colocar os seres humanos sob essa vassalagem, basta apenas que se sujeitem e participem destas feitiçarias propagadas através de desenhos, filmes, novelas, trends de rede social, etc. A feitiçaria sionista acopla o modo dialético de pensar e o insere nos vários grimórios que propagam através das mídias - principalmente através das artes cênicas.

E soma-se a isso, que os vassalos sionistas, principalmente entre a elite mundial, prestam apoio “incondicional” aos propósitos sionistas em troca de altas posições nos governos, de riquezas, de fama, de sucesso, etc., a partir de vários acordos bilaterais que na verdade possuem o propósito de efetivar o plano sionista do “Grande Israel”, que segundo os próprios sionistas só vai se efetivar quando tiverem destruído o cristianismo e a Europa.

De fato, o sionismo tem um plano para destruir o cristianismo e a Europa, em função do extremo filetismo que propaga, para o qual cristãos e mulçumanos (principalmente os xiitas) são um empecilho. Deste modo, os sionistas primeiro instituem as práticas de feitiçaria, depois enfraquecem as instituições e a retidão, e por fim, implementam o domínio ou pela força ou pelas espécies de vassalagem programada. A guerra dos EUA e de Israel contra o Irã serviu para comprovar isso cabalmente.

 

XIV

 

Ainda, a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, também serve para desvelar os propósitos da agenda sionista; ao contrário do que a propaganda sionista afirma, a destruição dos valores e da liberdade não é obra do Irã, mas obra dos sionistas; a agenda woke, o plano de destruição da Europa, o plano abrupto de destruição do cristianismo, o escárnio total contra Cristo, etc., é obra dos sionistas.

Em suma, estes são os pilares do sionismo (ou o credo sionista):

1. O sionismo tem como pilar a destruição da Europa e da cultura europeia.

2. O sionismo tem como pilar a destruição do cristianismo em todos os lugares do mundo, principalmente na Europa.

3. O sionismo tem como pilar instituir totalmente a agenda woke. De fato, a agenda woke é fruto da feitiçaria sionista.

4. O sionismo tem como pilar a destruição do que é chamado de Oriente Grego, isto é, a destruição dos países que foram parte do Império Bizantino, a destruição da Rússia e a destruição dos países eslavos.

5. O sionismo tem como pilar a destruição do Oriente Asiático, isto é, a destruição da força e da moral japonesa e a destruição da grandeza e da virtude da China.

6. O sionismo tem como pilar os paradigmas pós-modernos, os quais foram instituídos pela feitiçaria sionista.

7. O sionismo tem como pilar a censura total contra manifestações genuínas de fé, isto é, o sionismo quer destruir as religiões tradicionais.

8. O sionismo tem como pilar a guerra cultural contra Cristo e Sua Igreja.

9. O sionismo tem como pilar instituir, através da feitiçaria, uma cultura anti-natureza para perverter os valores tradicionais e para destruir a dignidade humana.

10. O sionismo tem como pilar a destruição da família tradicional, isto é, o sionismo quer destruir a família como instituição criada por Deus.

11. O sionismo tem como pilar a destruição do Islam - principalmente xiitas e sunitas que se vociferam contra a feitiçaria sionista.

12. O sionismo tem como pilar a destruição da dignidade da infância através da sexualização das crianças; pois, o sionismo busca instituir nas crianças a deformação da sexualidade para semear a ideia de mudança de sexo.

13. O sionismo tem como pilar a propagação da ideologia de gênero.

14. O sionismo tem como pilar a formação de uma religião mundial anti-cristã e anti-islâmica.

15. O sionismo tem como pilar a instituição de uma sociedade que aceita todo tipo de depravação, mas que persegue todo tipo de virtude e que rejeita a santidade.

16. O sionismo tem como pilar a instituição da transmutação por feitiçaria da lei cerimonial judaica sob invólucros religiosos diversos, muitos dos quais já se assomaram nas denominações protestantes e estão aos poucos adentrando ao catolicismo. (OBS: na teologia cristã, estes “invólucros” advêm como abusos litúrgicos).

17. O sionismo tem como pilar a destruição do casamento entre homem e mulher, seja pela instituição passiva da henogamia seja pela instituição passiva do homossexualismo, ou pela propagação passiva do adultério.

18. O sionismo tem como pilar a impregnação passiva da feitiçaria através do cinema, de trends de redes sociais, de novelas, de desenhos, etc.; de fato, quem domina grandemente estes meios e o que é propagado nestes meios são agentes do sionismo, que vão de artistas a políticos influentes, de empresários a bilionários, os quais formam meios de propagar de várias maneiras estes e muitos outros pilares do sionismo.

Etc., etc., etc.

Deste modo, estes são os pilares da doutrina e da práxis sionista; em suma, este é o credo sionista; o Irã soube compreender isso, e quis heroicamente demonstrar o combate contra o sionismo pela queima da estátua de Baal e pela anematização do culto a Baal; e que isso seja sempre lembrando em honra ao Irã; todavia, isto também lhes trouxe uma provação severa, a agressão imunda dos EUA e de Israel.

E, de fato, os sionistas querem a todo custo instituir esta agenda até 2030, através de todo tipo de feitiçaria; o sionismo tem impregnado feitiçaria nas mídias, nas TVs, nos esportes (principalmente nas aberturas das Olimpíadas), nos filmes, nos desenhos, etc., tudo isso para impregnar e instituir casticamente estes pilares que foram evocados. E os sionistas ainda querem descaradamente e falaciosamente demonizar o regime iraniano; os demônios são os sionistas e não os iranianos.

 

XV

 

Outro aspecto, é que a agressão contra o Irã demonstrara de maneira cabal e indubitável a indignidade moral e espiritual dos EUA e de Israel; ou sendo mais específico, da indignidade moral e espiritual do sionismo; tudo no sionismo é indignidade moral, e tudo no sionismo é perversão espiritual; pois, como se prova por vários meios, o sionismo é puro satanismo; por isso, todos aqueles que apoiam o sionismo incorrem em satanismo, já que ao apoiarem uma doutrina satanista decaem também em satanismo.

Além disso, um dos maiores artífices do conservadorismo, Sir Winston Churchill - conservador por excelência e por dignidade -, que apoiou o sionismo antes da fundação do Estado de Israel, deixou completamente o sionismo depois da fundação do Estado de Israel, e por razões óbvias, dado as práticas hediondas do sionismo; e um dos maiores artífices do comunismo, Stálin, que por incrível que pareça apoiou a formação do Estado de Israel, rejeitou totalmente o sionismo após a fundação do Estado de Israel por causa do hediondo progressismo que o mesmo propaga.

Ora, Churchill e Stálin se aperceberam dos males do sionismo; logo, é de se espantar como é que se tem retardados que se dizem de esquerda ou de direita que ainda apoiam o sionismo. O sionismo é pútrido tanto para o verdadeiro conservadorismo quanto para o comunismo. Aliás, o sionismo só ganha adeptos na política entre os falsos conservadores ou entre os esquerdistas mongoloides; e o sionismo só ganha adeptos na esfera religiosa entre os falsos cristãos e entre baalitas e moloquitas (os sacrificadores de criança).

Além disso, ao se analisar o sionismo, no sentido filosófico, de acordo com o argumento de autoridade, se percebe que o sionismo é uma falácia e um sofisma; pois, se o sionismo não se sustenta filosoficamente de acordo com o argumento de autoridade, e isto na filosofia política nem na esquerda nem na direita, então o sionismo não é mais uma ideologia política, mas uma religião que se traveste de princípios ideológicos. Pois, uma ideologia política que não têm fundamentos filosóficos, não é mais apenas uma ideologia, mas religião ideológica.

De fato, o sionismo é puro baalismo, e para alcançar influência aproveita-se da fraqueza moral e intelectual de políticos que buscam o poder a qualquer custo; não existe nenhum líder público de hombridade moral que apoie o sionismo: todos são ou corruptos, ou estupradores, ou canibais, ou possuem “rabo-preso” posto os crimes hediondos que praticaram.

Na verdade, a retórica sionista é a retórica do esconder a própria culpa através ou de guerra ou de propaganda incriminatória falaciosa (calúnias e coisas similares contra aqueles que os criticam). Deste modo, o sionismo possui uma estratégia de propagada similar a máquina de propaganda nazista; e ao contrário do que os falaciosos propagadores do sionismo afirmam, a propaganda sionista é idêntica ao estilo, ao modo e ao propósito da propaganda nazista. Na verdade, Goebbels é pueril em relação ao modus operandi da máquina de propaganda sionista.

 

XVI

 

Outra consideração sobre o sionismo, assaz verdadeira e comprovada cabalmente pelo modus operandi dos sionistas, é que os sionistas, sem nenhuma exceção, são dominados pela síndrome de Herodes; esta é uma constatação cirúrgica, que também desvela a malignidade do caráter dos sionistas; deste modo, é fato indubitável que os sionistas são dominados pela síndrome de Herodes, ou seja, gostam de assassinar crianças inocentes; todavia, os sionistas vão um pouco além de Herodes, já que Herodes mandava apenas assassinar, enquanto que os sionistas estupram, torturam e assassinam crianças.

De fato, esta é a obra dos sionistas: estuprar, torturar e assassinar crianças; os sionistas cumprem cabalmente o ensino de uma das “versões” mais abjetas do Talmud, o tratado Ketubot, onde se diz: “Um homem adulto que teve relações sexuais com uma menina menor de três anos não fez nada, pois ter relações sexuais com uma menina menor de três anos é equivalente a enfiar o dedo no olho. No caso de um olho, depois que uma lágrima cai, outra se forma para substituí-la. Da mesma forma, o hímen rompido da menina menor de três anos é restaurado” (11b6). E não se é preciso explicar muito, é algo óbvio: uma tradição talmúdica seguida pelos sionistas permite estuprar crianças como se fosse algo normal; num geral este preceito do Ketubot é aplicado pelos sionistas para o estupro, a morte e a destruição de crianças e mulheres (como fizeram Epstein e sua trupe, e outros).

Ora, o ataque dos EUA e de Israel contra uma escola no sul do Irã demonstra isso cabalmente: assassinaram de maneira consciente e hedionda mais de 100 crianças (em sua maior parte meninas), sem mencionar que a elite norte-americana e a elite do Estado de Israel está totalmente envolvida nos crimes da equipe de Epstein. A elite sionista ganha força, poder e influência global a medida que pratica abominações tão hediondas que engendram a força da soberba demoníaca de quem pratica canibalismo e crimes sexuais (cf. Ez 33.25-28). A indignidade inenarrável dos sionistas é um amontoado de abominações que chegaram a assustar até mesmo alguns dos homens mais cruéis da história.

Deste modo, se observa que toda a retórica sionista é um modo de velar a culpa destas práticas hediondas que os sionistas praticam; a sofística sionista contra o Irã há décadas é uma tentativa de velar as abominações que os sionistas praticam em função da “criação” de um inimigo comum; os sionistas culpam o regime iraniano daquilo que eles praticam e para velar as ações mais abomináveis que cometem nas entranhas do Estado de Israel e nas “festas” e “bailes” da elite mundial; a propaganda sionista formou a ideia de que os iranianos são algozes para continuarem impunes pelas práticas abomináveis que cometem.

Os sionistas acusam os iranianos de não respeitarem as mulheres, mas são os sionistas que torturam e estrupam mulheres; os sionistas acusam os iranianos de ensinar às crianças coisas más, mas são os sionistas que estrupam, torturam e matam crianças inocentes; os sionistas acusam os iranianos de violar direitos, mas são os sionistas que promovem várias “agendas” que vituperam a dignidade humana; os sionistas acusam o regime iraniano de ser uma ditadura, mas são os sionistas que promovem a corrupção ao redor do mundo, na verdade os mais corruptos em todo o mundo são sionistas; etc.

As ações dos sionistas mostram a quem eles servem, a Baal; além do que, as ações dos sionistas demonstram cabalmente que não existe honra e nem dignidade em nada que provêm dos sionistas; em contrapartida, a dignidade e a ética do povo iraniano têm se mostrado incólume diante das agressões imundas dos EUA e de Israel.

 

XVII

 

Ainda, outra questão, amalgamadas as considerações anteriores, é sobre o fundamento da retórica religiosa do sionismo; pois, os sionistas, ao iniciarem uma guerra contra o Irã, utilizam-se, na máquina de propaganda sionista ao redor do mundo, de uma retórica religiosa totalmente falaciosa; os sionistas acusam o regime iraniano de ser ditatorial por causa do Irã também ser um estado religioso, enquanto que o mais abrupto e vergonhoso regime religioso é o próprio Estado de Israel; a retórica religiosa do sionismo, além de acoplar todo tipo de sofisma e todo tipo de falácia, também se manifesta com práticas abomináveis, tais como corrupção, estupro de crianças, violação da dignidade das mulheres, canibalismo, clonagem, etc.

Assim, surge uma indagação: qual o fundamento da retórica religiosa do sionismo? Simples, aquilo que Heidegger definira nos Cadernos Negros (Anmerkungen II) como técnica de defesa enquanto instrumento da vontade de poder; Heidegger assevera: “Profecia é a técnica de defesa contra os habilidosos da história. É um instrumento da vontade de poder” (GA 97, pág. 159); e, Heidegger, ao se referir a ideia de profecia com esta conotação não está a se referir à profecia no âmbito do cristianismo ou do islamismo, mas no âmbito do sionismo; pois, quem se utiliza de profecias bíblicas como instrumento da vontade de poder são os sionistas - e isso se acopla nos falsos cristianismos; e isto é um fato inegável posto as instrumentalizações anti-exegéticas que os sionistas empregam para descrever e delinear um abjeto profetismo em prol dos propósitos nefastos do próprio sionismo.

Ora, Heidegger descreve isso justamente porque participava de grupos sionistas (Heidegger era sionista); a descrição de Heidegger é cirúrgica; e isso, por sua vez, indica o duplo propósito da filosofia de Heidegger: (1) fundamentar e fortalecer o nazismo, para (2) dar outra forma ao sionismo; e nisso Heidegger obtivera êxito pleno; por isso, enquanto o nazismo é um instrumento da vontade de poder para instaurar a nova história, o sionismo é a doutrina ideológica que é formada no início desta nova história; pois, após a fundação do Estado de Israel o sionismo deixa de ser um movimento de justiça histórica e passa a ser um movimento ideológico-religioso com os mesmos propósitos do nacional-socialismo só que em vista do “Grande Israel”, se utilizando para isso até mesmo do assassinato em massa dos verdadeiros israelitas ou hebreus (como os sionistas tem feito contra os palestinos).

Deste modo, a retórica religiosa do sionismo baseia-se na transmogrifação que Heidegger efetuou através do nacional-socialismo; os propósitos do nacional-socialismo foram transmogrifados em prol do “Grande Israel”, com uma vontade de poder religiosa que busca angariar adeptos de todas as religiões, principalmente do protestantismo liberal (o evangelicalismo e o neopentecostalismo); o profetismo sionista, instrumento da vontade de poder, corrói a interpretação dos textos bíblicos em função dos propósitos nefastos do “Grande Israel”, ou seja, utilizam-se da religião para propósitos ideológicos; esta é a tarefa da retórica religiosa dos sionistas: acusar os iranianos e qualquer outro que os denuncie do que eles mesmo fazem (a antiga fórmula sofística: acuse-os do que faz para esconder o que prática); e o sionismo promove isso de maneira abrupta e veemente.

E aqui mencionou-se apenas uma implicação da retórica religiosa do sionismo, existem inúmeras outras.

 

XVIII

 

Além destes aspectos, a guerra imunda dos EUA e de Israel contra o Irã também serviu para demonstrar o modo do divertimento dos líderes sionistas; Pascal dizia que os homens buscam divertimentos para velar de si a própria miséria; a elite sionista busca divertimentos para velar as abominações que praticam; ora, a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã é o divertimento do canibalismo sionista; a diversão dos sionistas é bombardear e incinerar crianças; além de estuprarem e torturarem crianças, os sionistas também bombardeiam colégios infantis e hospitais por diversão.

E, além das descrições pascalinas, a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã também demonstra que o divertimento daqueles que praticam abominações é o assassinato de pessoas inocentes. As rinchadas dos sionistas são a evidência inegável de que os sionistas praticam abominações hediondas, tais como as que foram anteriormente mencionadas. Na verdade, em tudo o que se tem algo do sionismo se tem o demônio da luxúria atuando e agindo de maneira plena (cf. Os 4.12-13); tudo no sionismo é luxúria, e isto é um fato inegável.

Deste modo, a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã além de evidenciar os divertimentos luxuriosos do canibalismo sionista, também demonstrara a dignidade e a honra do Irã na luta contra estupradores e pedófilos. A honra dos persas/iranianos na batalha contra os estupradores e pedófilos, contra a agenda Epstein, há de ser sempre lembrada posto que, enquanto os poderosos do mundo se esquivam de julgar e tratar deste assunto, os persas/iranianos enfrentaram de frente as abominações baalitas promovidas pelos sionistas.

 

XIX

 

Outra coisa que a guerra imunda dos EUA e de Israel contra o Irã demonstrou é quão doente mentalmente estão os líderes norte-americanos; de fato, os políticos norte-americanos não somente são dementes psiquicamente, como são psicopatas socialmente; pois, as neuroses inventadas pela máquina de propaganda sionista os tornaram seres vis e abjetos que praticam pedofilia e que os faz se acharem melhores do que outrem por serem pedófilos e pederastas.

Trump é o exemplo mais cabal disso: estuprou crianças como se comprovou cabalmente nos arquivos Epstein e ainda quer chamar os iranianos de lunáticos; com efeito, Trump é lunático, psicopata e retardado; e isso se prova por todos os meios através de uma análise psicológica, além de ser um pérfido criminoso sexual.

Na verdade, o ódio de Trump contra Khamenei e os iranianos é fruto das próprias abominações que Trump praticou e quer esconder; a medida do ódio de Trump contra os iranianos é a medida do grau de abominação que o próprio Trump cometeu em conjunto com Epstein e sua trupe.

Assim sendo, não só a demência atingiu Trump com total força, mas a cauterização da consciência, somada com a falta de justiça severa para com os crimes hediondos que praticou, o tornaram um psicopata da mais alta periculosidade; quem pratica coisas hediondas e não sofre justiça se torna um perigoso psicopata: esta lei geral da vida se cumpre cabalmente em Trump e nos líderes sionistas.

Os crimes contra a humanidade que Trump praticou são todos mostrados nas próprias ações que Trump manifestara contra Khamenei e o povo iraniano. Pois, o ódio contra quem é justo é manifestação plena da maldição que domina o próprio coração devido a ações hediondas que o odiador praticara.

Além do que, ao se fazer uma análise anamnésica da causa da guerra dos EUA e de Israel contra o Ira, se percebe que toda a elite sionista está envolvida nos mesmos crimes e nas mesmas ações abomináveis; os sionistas ganham dinheiro, fama e poder porque se tornaram praticantes de crimes sexuais e de canibalismo; e os líderes norte-americanos também estão totalmente envolvidos nestas práticas.

Aliás, como fora dito anteriormente, o mapa do poder nos EUA passa pela prática de ações abomináveis, de crimes contra a humanidade; as insanidades de Trump são o atestado inegável dos crimes que Trump praticou em conjunto com Epstein e sua trupe.

Na verdade, como o próprio Epstein dissera num de seus e-mails, quando Trump se sentisse acuado ele atacaria o Irã; de fato, isso ocorreu justamente após a liberação do arquivo Epstein (no início de janeiro) e da declaração/delação de Clinton em 27/02 de que Trump participava nas ações de Epstein.

A busca criminosa e abominável de Trump para tentar capitular o Irã, inclusive utilizando-se de ameaças nucleares, é a demonstração de toda doença e criminalidade que guia o governo Trump. Aliás, as ações de Trump comprovam cabalmente que Trump não é conservador: de fato, Trump é apenas um oportunista que utilizou-se de estupro de crianças e canibalismo para ganhar poder, dinheiro e influência política.

Outrossim, é que Trump foi escolhido a dedo por Epstein e pelos sionistas (pelo conjunto de operações do Mossad) para quando chegasse a presidência dos EUA, lutasse contra o Irã; Trump vendeu sua honra e moral ao praticar abominações junto com Epstein, em troca de favores contra o regime iraniano e em troca de financiar as guerras colonialistas de Israel no Oriente Médio.

 

XX

 

Além obviamente das sandices de Trump, a guerra dos sionistas contra o Irã, também demonstra que o atual primeiro-ministro de Israel também é totalmente demente; Netanyahu, que dado as infâmias praticadas pode ser corretamente chamado de Satãnyahu, também é lunático, psicopata e retardado; as loucuras do Satãnyahu são tão abruptas que ele conseguiu instituir própria a neurose que o domina em toda uma sociedade e em todo o filetismo sionista ao redor do mundo.

Ora, toda a elite sionista tem doença mental (morbi animi); pois, como é mais do que clarividente o sionismo é totalmente ilógico; e a lógica refere-se não somente a leis do pensamento correto, mas ao próprio modo da mente funcionar; se a mente funciona de modo lógico então há saúde mental, e se a mente funciona de modo ilógico então há doença mental (ou demência); como os sionistas além de serem ilógicos ainda querem instituir esta ilogicidade sobre todo o mundo, então é mais do que evidente que os sionistas são doentes mentais.

E mais do que óbvio é que esta doença é ainda mais abrupta naquele que promove de maneira ainda mais hedionda os propósitos nefastos do sionismo; as loucuras do Satãnyahu fazem as loucuras dos nazistas parecerem algo sem importância; assim, se constata pelo menos as seguintes proposições da “agenda” do Satãnyahu para que sejam instituídas em prol do nefastíssimo projeto do “Grande Israel”:

1. O Satãnyahu quer destruir o Irã para iniciar a destruição da cristandade; de fato, o propósito da guerra contra o Irã é enfraquecer a última barreira contra o domínio sionista no Oriente Médio, para assim perseguirem e destruírem os cristãos nestas terras, principalmente os verdadeiros cristãos em Israel.

2. O Satãnyahu, através da máquina de propaganda sionista, quer velar as abominações e os crimes contra a humanidade que os sionistas praticam; ao intitular os iranianos de algozes, os sionistas buscam esconder diante do mundo todos os crimes cruentos que cometem. De fato, os olhos de todo o mundo estão bem fechados para os crimes hediondos dos sionistas.

3. O Satãnyahu quer iniciar a perseguição contra os cristãos das sés apostólicas, os representantes do verdadeiro cristianismo, porque o verdadeiro cristianismo é um impedimento para as práticas nefastas dos sionistas.

4. O Satãnyahu, juntamente com Trump e a trupe de Epstein, buscam agora levar adiante o que a feitiçaria sionista estabeleceu através do canibalismo para gerar indolência em seus inimigos, ao passo que outorga aos sionistas força sobre-humana, para destruírem os impedimentos que levantam contra os sionistas.

5. O Satãnyahu quer através da guerra contra o Irã mostrar ao mundo o “messias” que está escondido pelos sionistas; a guerra que o Satãnyahu promove é em função de messianismo político, é a utilização de “profecias” como instrumento da vontade de poder.

6. O Satãnyahu quer destruir a dignidade das crianças; os sionistas comem bebês, como os próprios já declararam publicamente várias vezes, e querem destruir os iranianos porque o regime iraniano é quem ataca publicamente estas vilezas.

7. O Satãnyahu quer instituir, através da feitiçaria, uma neurose universal em prol do “Grande Israel”; de fato, tudo aquilo que tem a ver com o “Grande Israel” promovido pelos sionistas está calcinado da mais perversa feitiçaria.

8. O Satãnyahu quer destruir o regime iraniano porque o regime iraniano promove a valorização da dignidade das mulheres; e como os sionistas gostam de destruir a dignidade das mulheres, através de instituição de pornografia para as jovens, através de tortura sexual e similares, para os sionistas os iranianos são um empecilho já que o regime iraniano proíbe tais práticas. Na verdade, os propósitos sionistas são todos para destruir a dignidade e a honra das mulheres.

Etc., etc., etc.

Portanto, as sandices e as demências do Satãnyahu são tantas que em poucas linhas não se dá para descrevê-las em sua totalidade; mas, uma coisa é certíssima: as loucuras do Satãnyahu em prol do “Grande Israel” são todas elas crimes contra a humanidade; e todos aqueles apoiam este abjeto projeto do “Grande Israel”, principalmente a casta de imbecis que é a política norte-americana, também são participantes em crimes contra a humanidade.

Na verdade, os deputados e senadores norte-americanos que apoiam as sandices do Satãnyahu, são todos lunáticos, psicopatas e retardados - ou seja, são parte da casta Epstein. Com efeito, a partir destas e de outras descrições, se constata que o espírito sionista em relação a dignidade dos verdadeiros judeus é o mesmo que o espírito nazista; e isso é um fato indubitável.

Por isso, ao descrever estas ações dos sionistas, da perspectiva espiritual se compreende que os sionistas são dominados por maldições (cf. Dt 28.15-68); tanto o é, que aonde os sionistas e aqueles que estão sujeitos ao sionismo mantêm alguma influência, tudo se torna sujeito as maldições que provêm das abominações sionistas; na verdade, as maldições que emanam dos sionistas são consequência das abominações inomináveis que os sionistas praticam, todas elas veementemente condenadas na Sagrada Escritura e criminalizadas pela lei humana.

Com efeito, ser sionista é ser maldito, e apoiar o sionismo é incorrer nas mesmas maldições dos sionistas; a terra geme e está sofrendo com maldições devido as abominações cometidas pelos sionistas e por aqueles que dizem que servem a Deus mas que também participam das abominações promovidas pelos sionistas.

 

Epílogo

 

Ora, a partir da guerra imunda dos EUA e de Israel contra o Irã foram feitas estas considerações sobre o Irã em específico e sobre o sionismo em geral, para se entender as reais motivações desta guerra; estas considerações mesclam uma tentativa de explicar o que é o Irã, bem como explicar o motivo verdadeiro do porque os sionistas querem destruir os xiitas, e de porque os xiitas são contra o sionismo; e ao fazê-lo, espero que tenha ficado claro que o sionismo possui razões tão hediondas e escusas, que a rejeição ao sionismo passa a ser dever preponderante de todas as pessoas de bem; são apenas considerações gerais, mas que explicam bem os propósitos que foram delineados. 

E termina aqui estas considerações. θεῷ χάρις


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