Nota Inicial: Este poema seria o prólogo de uma
série de quinze poesias a respeito do sentimento de Kierkegaard após seu
rompimento com sua noiva, a qual ele amava profundamente; dado esta situação da
vida do filósofo dinamarquês, resolvi tomá-lo como fonte para um personagem que
trilhou o mesmo caminho nas questões do amor. Eis, portanto, o texto deste
poema:
(I) Antes
de ti, não havia o “nós”,
depois de
ti, há só o “eu”.
Ah! Se a
dor da saudade matasse,
Teria morrido
todos os dias só.
(II) Na
egrégia lembrança dos incisos,
da
constituição de amor,
que por ti
meu coração pensador,
escrevera com
todo amor.
(III) E
também gravou na alma
Burilando este
sentimento com toda a calma,
que nunca
por outra houvera,
e que nunca
por outra haverá.
(IV) E somente agora meu coração exprime,
em meio a profunda a tristeza que o assolou
pois, mentiu
e do que sentia não falou,
preferindo a
agonia da solidão, a ter-te em minhas mãos.
Nota Final: Após a escrita deste poema,
infelizmente não consegui levar a cabo este projeto por várias razões, e por
isso resolvi deixar este projeto de lado. No entanto, como a primeira poesia deste
projeto fora escrita, resolvi de boa vontade disponibilizá-la publicamente para
quem tiver interesse; mas, que se lembre é uma tentativa de narrar o sentimento
de um personagem fictício inspirado nos fatos reais da vida de Kierkegaard.
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