29/09/2026

Os maiores atiradores da história

Diante de algumas indagações a respeito de um aspecto específico da história militar, a saber, sobre os maiores atiradores da história (snipers), respondo de maneira curta e breve descrevendo em ordem os 13 maiores atiradores de todos os tempos: 

1. Simo Häyhä, cerca de 555 mortes na Guerra de Inverno (1939).

2. Vasil Kvachantiradze, cerca de 517 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1945).

3. Ivan Sidorenko, cerca de 505 mortes na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

4. Nikolai Ilyin, 494 mortes na Segunda Guerra Mundial (1942-1943).

5. Fyodor Okhlopkov, cerca de 429 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1945).

6. Fedir Dyachenko, 425 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1945).

7. Stepan Petrenko, 422 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1945).

8. Abu Tahsin al-Salhi, 384 mortes na Guerra Civil Iraquiana (2003-2017).

9. Francis Pegahmagabow, 378 mortes na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

10. Semyon Nomokonov, 367 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1945).

11. Matthäus Hetzenauer, cerca de 349 mortes na Segunda Guerra Mundial (1943-1945).

12. Chuck Mawhinney, cerca de 319 mortes na Guerra do Vietnã (1968-1969).

13. Lyudmila Pavlichenko, cerca de 309 mortes na Segunda Guerra Mundial (1941-1942).

Em suma, a partir do critério de número de mortes superior a 300, se tem uma lista dos 13 maiores atiradores de elite de todos os tempos, em sua grande maioria militares soviéticos; posteriormente, escreverei uma análise um pouco mais detalhada sobre cada um destes atiradores e suas respectivas contribuições para o domínio da arte do tiro a distância e da arte de ser um sniper. 

θεῷ χάρις! 


26/09/2026

Soneto 16

No esplendor da manhã

se inicia o dia orando e agradecendo,

para que o labor seja onhã,

só assim o tempo se vai aproveitando.

Pois, iniciar o dia a Deus rogando,

é colocar os fazeres sob tutela

d’Aquele que aos homens abençoando

concede-lhes o tempo como auristela.

Da manhã a calma e a serenidade

prepara o coração para enfrentar

as vicissitudes que assolam a humanidade;

por isso, iniciar de modo correto em verdade,

é remir o tempo para que ao laborar

se encontre a paz da vida em sinceridade.


21/09/2026

Usurpação

A infâmia da usurpação

é o pior dos males por definição;

o miserável usurpador

é um artífice do destruidor.

 

A obra do usurpador é destruir

a honra, o valor e o caráter,

para assim conseguir

implementar a desonra como dever.

 

A usurpação tem por consequência

uma incauta e vil destruição,

pois do usurpador a ciência

é gerar o ímpeto da vil destruição.

 

A usurpação é do Demônio uma arma,

para acutilar e atribular os homens de virtude,

a fim de os neurotizar num carma

para os fazer desanimar da honra e da bondade.


A maldita e nefasta usurpação

é a mãe de todos os abusos;

o nefando usurpador é um tição

para impregnar costumes demoniosos.


19/09/2026

Soneto 15

O poder excelso do Amor

é tornar cada primavera

uma nova e viçosa flor,

testemunhando a verdade vera.

Se o Amor é sofredor

Deus se mostra Consolador;

se o Amor é abençoador

Deus se mostra Ensinador.

Em suas muitas manifestações

o Amor evidencia-se como bênção,

outorgado em graus e distinções,

a fim de que em suas demonstrações

a sinceridade se torne expressão

do honrado viver em expectações.


12/09/2026

Soneto 14

De Deus a bondade

é inteligir a verdade,

que sempre é desvelada

como uma dádiva agraciada.

O Amor é bondoso

porque Deus é caridoso;

e só compreende o Amor

quem ama mesmo na dor.

A verdade, a bondade,

são expressão da misericórdia,

que se concatenam na caridade.

Pois, compreender a verdade

é vencer o ímpeto da discórdia,

para amando viver em liberdade.


05/09/2026

Soneto 13

Da vida a excelência,

e da verdade a sapiência,

é viver de modo digno e honrado,

a fim de enfrentar da vida o fardo.

O ato de viver é um mistério,

pois se a vida não for levada a sério

acaba por se desperdiçar

o Bem sem verdadeiramente amar.

Por isso, viver é sinônimo de amar,

e vice-versa; pois, a decência

está em Deus somente confiar,

para assim o viver demonstrar,

já que do Amor a ciência

ensina na verdade se consolar.


29/08/2026

Soneto 12

Oh, dor infinda,

que assola em berlinda,

por não poder amar

aquela de beleza sem-par.

A dor da distância

sempre é aguda em instância;

porém, feliz é quem ama

e mesmo diante da dor clama:

a aflição da saudade

é um mistério dialogador,

que acutila em toda idade,

que embaça a visão da claridade,

anunciando os descaminhos da dor,

evidenciando que o Amor é verdade.


28/08/2026

Para o Rei Harald V

Querido Rei da Noruega,

de bondade que não variega;

homem de coragem, valor

e sensibilidade; vosso amor

por vosso povo fora retribuído

grandemente pela própria nação,

tornando-o um Rei honrado

e pelo povo estimado com louvação.

 

E em vossa morte, seu povo

demonstrou por vós um imenso amor;

um rei amado, mui querido desde novo,

foste um líder incomparável, de bom humor

e de sóbria sabedoria; de vossa nação a tristeza

mostrou ao mundo de um Rei a destreza:

ser amado pelo povo a quem serve

é uma dádiva que testemunhou de vossa verve.


25/08/2026

Sobre Friedrich Nietzsche

Ó filósofo do martelo,

tu indagaste e interrogaste

a verdade em seu elo

para proclamá-la em haste.

 

Nas extemporâneas considerações,

demonstraste o que guia a cultura:

o ímpeto do eu em suas variegações

que se manifesta em ou não desenvoltura.

 

E no que é demasiado humano

explicou o que é a humanidade;

humanismo assaz atérmano

que desvela o valor da verdade.

 

E ao desvelar o futuro

cantou para os homens a Aurora,

que transforma o clarão em escuro

tornando a verdade uma espora.

 

Para os homens do conhecimento

edificaste a Gaia Ciência,

do saber hodierno o portento,

mostrando aos sábios sua insapiência.

 

Com Zaratustra aprendeste a indagar,

e a tudo e a todos nivelar pela verdade;

e com isso entendeu-se que o laborar

do sábio consiste em experienciar a bondade.

 

Aos homens sem nenhum padrão

desvelaste o que está além do bem e do mal,

ensinando que a verdadeira autocorreção

é encontrar no próprio eu da vida o fanal.

 

Diante da moral assaz corrompida

dispuseste da moral a genealogia,

pois se a verdade está esquálida

a moral se transforma em causa doentia.

 

Por isso, os terríveis ídolos hodiernos

dominam os homens tidos como modernos;

a fase crepuscular do divino

o torna para os homens algo anódino.

 

Para o vil e falso cristianismo

o Anticristo surge como profeta,

que confrontando o falso religiosismo,

testemunha de Cristo de maneira correta.

 

E depois de filosofar e escrever,

deste a conhecer a si mesmo como homem;

e ao dizer quem era, para o saber

erigiste como obra um grande bem.

 

A vontade de poder não é mera vontade,

antes é a sedução da magia do extremo;

pois, assim o próprio eu se torna a verdade

retirando da reta razão o seu termo.

 

Eis o homem, eis o pensador;

eis o egrégio martelador

dos ídolos e das meias verdades

demonstrando as falsas realidades.


22/08/2026

Soneto 11

O Amor é grande fanal,

ímpeto para enfrentar o mal;

bênção simples e profunda

que em ternura sempre abunda.

A intensidade do Amor

três manifestações têm:

amar-se, doar-se, do outro querer o bem;

eis o que na vida alcança valor.

O Amor é calmo, sereno,

em paciência se manifesta,

e da vida doméstica é o adeno.

O Amor também é como o Reno,

grande, frondoso, em beleza honesta,

que torna o ato de ser pleno.


19/08/2026

Sobre Mário Ferreira dos Santos

És do Brasil o maior filósofo,

homem dos nervos de aço;

tradutor, escritor, comentarista,

gênio maior em todos os sentidos,

começaste como simples jornalista,

e te tornaste mestre dos enciclopédicos.

 

Autor da enciclopédia mor

da cultura brasileira;

foste um egrégio construtor,

e pela ideia verdadeira

criaste a maior obra filosófica

da história da cultura trópica.

 

A genialidade da enciclopédia,

tornam-na para o saber uma macropédia,

que a partir da clave platônica,

sob a sapiência escolástica,

concatenaste o conhecimento que erigiste

sob a áurea da máthesis magiste.


16/08/2026

Salmo em Lamentação

Divino Senhor, a invasão do destruidor

assolou Teu povo em pesado juízo;

a Tua herança esqueceu Teu valor

e deixou de lado o verdadeiro regozijo;

reduziram Tua vinha a pérfida ruína

porque Teu povo a Verdade profanara.

Tornaram Teu povo em comida para as feras

desprezando a Verdade em todas suas esferas;

derramaram o sangue de Teus servos

sem ninguém para em sepulcro sepultá-los;

o Teu povo se tornou zombaria

e escárnio para os inimigos

da Verdade, que em sua acutilaria

fizeram Tua grei em pisadeira de figos;

eis o que fizeram com o Teu povo, ó Senhor,

causando aos eleitos espanto e dor.

Levanta-te Senhor, o Teu povo julga

com justiça e pelo juízo os purifica

a fim de que sejam salvos da carga

pesada da apostasia que calcifica

na alma a vida distante da Verdade e do Amor

fazendo com que o Orbe gema com grande clangor.


15/08/2026

Soneto 10

Oh, Graça nas tribulações,

das dores se extrai grandes lições;

e da vida a boa esperança

em perseverança se alcança.

Nas lutas e vicissitudes

o consolo é maravilhosamente

outorgado; oh, Graça, de longitudes

grandes, sois sempre dádiva excelente.

Das tribulações a bênção

é a paz, a paciência e a experiência,

que dispensam ao aflito coração

abundante e gloriosa consolação,

outorgando à alma a sapiência

de como viver em honra e devoção.


08/08/2026

Soneto 9

No tempo da infância, de criança,

o aprendizado é tempera à personalidade;

por isso, a verdadeira festança

é progredir na decência, amiga da verdade.

As boas e más experiências

se constituem o todo do ser,

para diante do mal exercitar as paciências

e do bem jamais se esquecer.

A infância tem de ser mui abençoada,

de experiências inesquecíveis,

pelo Amor sempre deve ser renovada.

Esta é a infância boa e agraciada,

com ensinamentos imperecíveis,

que tornam a vida em temor venturada.


04/08/2026

Rescrito Formalíssimo 1: Sobre o Sionismo

Prólogo

 

Ao ver a infame e infamante doutrina sionista se avolumar entre muitos que se dizem “cristãos”, principalmente em se tratando do catolicismo e da ortodoxia, resolvi me pronunciar sobre autoridade formalíssima a respeito do sionismo. Com isso, sob a autoridade como teólogo me outorgada pelos três maiores teólogos vivos (Joseph Ratzinger, Wolfhart Pannenberg e Jürgen Moltmann), decidi em alto e bom tom requerer esta autoridade na ciência sagrada, a fim de declarar formalissimamente contra o nefasto sionismo. Eis, portanto, a evocação desta autoridade como teólogo contra o sionismo, apresentada sob as seguintes sentenças:

 

§ 1

 

Quem confessa a fé cristã não pode ser sionista; ou se é cristão ou se é sionista; se alguém confessa a fé cristã e apoia o sionismo então não é cristão; na verdade, se alguém confessa a fé cristã e apoia o sionismo é maldição. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.

 

§ 2

 

O sionismo é uma doutrina anti-humana e é uma doutrina anti-cristã; o propósito do sionismo é destruir o cristianismo e destruir a humanidade; ora, é algo óbvio que quem é cristão não pode apoiar uma doutrina que busca destruir o cristianismo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.

 

§ 3

 

O sionismo é uma nova forma de nazismo; de fato, sionismo é neonazismo; e o nojento plano do “Grande Israel” é a edificação do Quarto Reich; portanto, se algum cristão ou alguma igreja apoia o sionismo e apoia a Israel é parte do infame Quarto Reich; as igrejas sionistas são as igrejas do Quarto Reich; os cristãos sionistas são tão infames e abjetos quanto os cristãos nazistas; quem apoia o sionismo é muito pior do quem apoiou o nazismo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.

 

§ 4

 

A infâmia do sionismo contra os valores fundamentais da sociedade ocidental – liberdade, direito a felicidade e inviolabilidade da vida – é um atentado absoluto contra Cristo; quem apoia o sionismo pisa e cospe em Cristo; se alguém se diz cristão e apoia o sionismo manifesta plena obstinação contra a verdade, isto é, se alguém se diz cristão e apoia o sionismo comete blasfêmia contra o Espírito Santo; etc. E isto é posto, absolutamente, sob o argumento de autoridade, ou seja, quem pensa o contrário é anticristão.

 

Epílogo

 

E, ao evocar esta autoridade nestes moldes, algo que nunca requeri, apesar disto ser propriamente parte do que concerne a função como teólogo, que se saiba das consequências desta declaração formal nestes termos; a ciência sagrada só se desenvolve sob o argumento de autoridade; por isso, diante de um rescrito formalíssimo o argumento de autoridade é requerido em si unicamente por causa da autoridade como teólogo, e que isso seja observado em seus mínimos detalhes, pois como se sabe do contrário não se tem teologia e nem desenvolvimento teológico, e aqueles que por acaso vierem a rejeitar estas sentenças incorrem em anti-teologia, ou mais propriamente em anti-cristianismo. E termina aqui este rescrito formalíssimo em humildade diante de Deus, mas em tom anematizador ao sionismo e a todos que apoiam, conscientes ou não, esta maldita doutrina. 

Laudate Deo! 


01/08/2026

Soneto 8

Oh, Amor, da sinceridade

um cósmico clamor;

sois a haste da verdade

em meio a calamidade e o terror.

Amor firme, resoluto, bondoso,

que a Fortuna tenta apagar

com a torrente do muito zombar.

Quem sabe que é amado,

e quem verdadeiramente ama,

desfruta a paz e o bem outorgado

pelo Amor, que sempre é consolidado,

que em todos e para todos exclama:

amar é a melhor forma de autocuidado.


25/07/2026

Soneto 7

A Esperança se manifesta

em vista da temperança;

a Esperança digesta

em esperanças se alcança.

O Amor sem brilho de Camões

ensina que grande esperança

torna a paciência em esquivança,

destruindo as boas e santas aspirações.

Esperar é se consolar,

e na realidade se debruçando

a fim da virtude na vida alcançar.

E sendo este o fundamentar

da vida, se vai experimentando

que é amando que se aprende a amar.


24/07/2026

Nótula sobre o Filme “A Odisséia” de Christopher Nolan

1. O filme “A Odisséia” (2026) de Christopher Nolan, é uma adaptação cinematográfica do grande clássico da literatura escrito por Homero; muito já se falou sobre as características filmográficas e cênicas deste filme, tanto em elogio quanto em crítica; todavia, pouco se falou sobre o real propósito do filme; pois, se criticou erros em adaptação histórica, ou se elogiou suas paráfrases para se tornar um filme mais contemporâneo, mas quase nada se falou sobre o propósito de Nolan ao elaborar um filme sobre uma epopeia não com o propósito de apresentar a epopeia, mas ao que parece para declarar a suposta instituição de uma nova época.

2. Ora, toda grande epopeia é dialógica quanto ao tempo que se refere, pois tanto evoca os feitos históricos narrados, quanto ao mesmo tempo narra os problemas de todas as épocas; uma epopeia, tal como “A Odisséia” de Homero, ou as outras grandes epopeias, narra uma época, mas também narra todas as épocas; por isso, as epopeias tem duplo escopo: um passado e outro futuro. Com efeito, a epopeia refere-se a uma época em específico e a todas as épocas em geral; uma epopeia não é a proclamação de mudança de época, mas pura e simplesmente a narração de como decorre a vida humana a partir do ornato do estilo poético através da fábula dos deuses.

3. Portanto, se utilizar da adaptação de uma epopeia, seja parafrásica, seja filmográfica, etc., para propagar a ideia de mudança de época, na verdade se está utilizando o instrumento de adaptação para ideologizar a epopeia; no caso do filme de Nolan é justamente isso que transparece: a ideologização de uma epopeia na filmografia em vista de um propósito escuso e nefasto; na verdade, a ideia central propagada por Nolan é da mudança de época; ora, a proposição de mudança de época é uma ideia do sistema da ciência de Hegel (cf. Ph § 11).

Com efeito, tendo consciência disso ou não, Nolan propaga um preceito hegeliano, que se assomou na vida hodierna, e é utilizado principalmente pelos senhores do mundo para efetuar domínio. A ideia de mudança de época não é porque de fato se está havendo alguma mudança de época, mas pura e simplesmente para que aqueles que querem dominar o façam através do aparato formado para descrever uma irreal mudança de época, que sempre cria euforia e estado de sonho, algo propício para manipulação das massas tal como se controla um boneco ventríloquo.

4. Deste modo, o filme “A Odisséia” de Nolan é um manifesto em prol desses que buscam instaurar uma nova época; mais propriamente, o globalismo sionista ou o sionismo globalista, pois globalismo e sionismo atuam de maneira complementar; Nolan toma uma epopeia e a transforma em elemento de manipulação em prol do globalismo e do sionismo, a fim de impregnar filmograficamente a noção de mudança de época que torna os homens passivos para compreenderem a manipulação programada em vista de propósitos nefastos.

5. Por isso, além das excelentes análises dos aspectos cênicos deste filme, considerei necessário também pontuar este aspecto a fim de aclarar o propósito filosófico da adaptação que Nolan fez da epopeia das epopeias; infelizmente, isso é uma grande mancha para as artes cênicas; todavia, isso além de aclarar o que domina a filmografia hollywoodiana, também demonstra qual a cosmovisão que tem dominado muitos diretores de cinema, a saber, propagar por impregnação passiva de hábitos, inclusive instituindo uma nova forma de leitura (com lentes ideologizadas), a Segunda Realidade propagada pelo globalismo-sionismo.

6. Ora, a utilização do cinema para este tipo de propósito constitui-se um vilipêndio para com o propósito da arte; segundo Pio XI em “Vigilanti Cura”, “toda a arte nobre tem como fim e como razão-de-ser, tornar-se para o homem um meio de se aperfeiçoar pela probidade e virtude; e por isso mesmo deve ater-se aos princípios e preceitos da moral” (n. 4); o cinema deve seguir cabalmente este preceito, tal como ensinado por Pio XI, de servir ao aperfeiçoamento do homem, e não a destruição das almas como tem sido manifesto em filmes e obras filmográficas que buscam propagar esta ideologização infame da cultura woke sob os ditames do sionismo.

7. Com efeito, o filme de Nolan ao propagar uma ideia deste tipo impregna um preceito que acaba por destruir os princípios e preceitos da moral; embora na história em si não se tenha diretamente muitos elementos que propaguem isso, a ideia que o filme promove desemboca nisso; portanto, é razão mais do que suficiente para se rejeitar este tipo de adaptação filmográfica, que além de desonrar a grandeza da epopeia desfigura a beleza da arte do cinema. E termina aqui esta nótula. θεῷ χάρις! 


Para Dennis Boldt

Sois um egrégio veterano

de virtude, decência e destemor;

homem de fé, dos militares um decano,

ensinastes da honra o valor

ao lutar contra o iníquo nazismo

demonstrando de um soldado o dinamismo.

 

Querido veterano, da hospitalidade

amorosa e cordial, vossa vida

fora um exemplo em prol da verdade,

e diante da Europa em crise repartida

lutaste pelos valores americanos

combatendo o infame reino dos milianos.

 

E, agora, diante de vossa morte,

em tristeza, presto essa simples homenagem;

e que sirva para todos de aporte

em função da liberdade e em prol do bem,

pois a glória de um soldado é ter combatido

pela liberdade, com o amor a pátria revestido.

 

Vossa amizade, senhor Dennis, fora uma bênção

grandiosa; estar contido e com os teus

me fez ver a boa mão de Deus,

a quem louvo do fundo de meu coração.

Amado veterano, levarei comigo vossa memória,

pois sois das armas americanas uma glória meritória.


18/07/2026

Soneto 6

A Fortuna assola a vida,

deixando a alma perdida;

feliz quem enfrenta a Fortuna

para sobreviver a Soberba importuna.

O que apazigua a dor

é o consolo do Amor;

por isso, Fortuna tenta

contra o Amor e a Verdade atenta.

Oh, Fortuna amaldiçoada,

sois do Demônio a ferramenta

para que a vida seja desperdiçada.

Mas, a Graça imerecida

as dores conforta e acalenta;

pois, a virtude sempre brilha agradecida.


Os maiores atiradores da história

Diante de algumas indagações a respeito de um aspecto específico da história militar, a saber, sobre os maiores atiradores da história (snip...