13/04/2026

A automatização do ato de tatuar o corpo

I

 

Recentemente foi divulgado pelas mídias sociais um suposto estudo feito a respeito da tatuagem; neste se estudo se propaga que tatuagens são altamente atraentes, etc.; evidentemente, esta simples acepção deste estudo por si já demonstra que tal estudo é falacioso e é uma tentativa de novamente implementar a cultura da tatuagem através da impregnação passiva de hábitos.

Ora, segundo este estudo as tatuagens passam a representar automaticamente três coisas: (1) influencia a percepção da atratividade; (2) associação de tatuagem à confiança; e, (3) associação da tatuagem à individualidade. E estes três aspectos propagados por este estudo significam basicamente a impregnação falaciosa do ato de tatuar o corpo como se fosse algo normal. Analisemos estes três aspectos.

1. Em relação ao primeiro aspecto, de uma suposta influência sobre a percepção da atratividade, se observa que se a tatuagem influencia positivamente a percepção da atratividade então a atração está corrompida; pois, o ato de tatuar o corpo é um retorno ao animalismo, como afirmara Goethe; assim, o ato de tatuar o corpo é perversão do ato de pensar, ou seja, quem tatua o corpo não tem inteligência; ou dito em outros termos, quem tatua o corpo está com a inteligência destruída. Com isso, se há alguma atratividade em algo que é expressão inconcussa de inteligência destruída, então já houvera a completa destruição do senso estético (o que fundamenta a tendência inconsciente para a estética do baixo-astral). Além disso, se há atratividade em algo irracional, então houve perversão da parte sensual da alma, atinando a sensualidade para a atração desordenada.

2. Em relação ao segundo aspecto, de uma suposta associação à confiança, se observa que se a tatuagem influencia positivamente a confiança, então não de fato não se tem confiança, mas busca por aceitação social ou por um grupo em função da tatuagem – isto é basicamente a prostituição da própria personalidade em busca de aceitação por algum grupo ou instituição, etc. Deste modo, a tatuagem se torna em falaciosa expressão de “pertencimento”; com isso, a tatuagem se torna em elemento de manipulação e condicionamento sócio-psicológico. Além do que, confiança se expressa a partir da vida em sabedoria; e a vida em sabedoria não se conforma com práticas irracionais; portanto, quem vive em sabedoria não tatua o corpo, pois o ato de tatuar o corpo é um vilipêndio para com a sabedoria. Do mesmo modo, o ato de tatuar o corpo não expressa confiança; na verdade, o ato de tatuar o corpo expressa total desconfiança consigo mesmo e com a vida; etc.

3. Em relação ao terceiro aspecto, de uma suposta associação à individualidade, se observa que se tatuagem influencia positivamente a individualidade, então de fato não se tem individualidade, mas coletividade programada; o ato de tatuar o corpo não é expressão de individualidade, mas expressão de manipulação das massas; quem tatua o corpo não está expressando sua individualidade, mas seguindo a risca uma coletividade programada para deixar a sociedade emburrecida e sujeita aos demônios. Além do que, individualidade se expressa com racionalidade, coragem e virtude; e como o ato de tatuar o corpo é irracional, é falta de coragem consigo mesmo e é um ato vicioso, então o ato de tatuar o corpo não contém nada de individualidade; na verdade, o ato de tatuar o corpo é manifestação plena de uma filosofia social programada para instituir a perspectiva do “gado” na sociedade.

Com isso, se observa que a propagação da tatuagem por filmes, desenhos, novelas, mídias sociais, pelas modas, etc., impregnou nos homens o falso desejo pelo ato de tatuar o corpo; a tatuagem se tornou um símbolo demoníaco para velar as mazelas que o indivíduo possui; enquanto que na impregnação passiva se diz que tatuagem representa atratividade, na realidade a tatuagem representa a aversão a beleza e aversão a verdade; enquanto que na impregnação passiva se diz que tatuagem representa confiança, na realidade a tatuagem representa falta de coragem para viver; enquanto que na impregnação passiva se diz que tatuagem representa individualidade, na realidade a tatuagem representa a ditadura da coletividade; etc.

 

II

 

Além destes aspectos, o estudo referido também propagou que a tatuagem possui tanto efeito psicológico quanto efeito visual; através de efeitos visuais propagados pela engenharia midiática se institui a normalidade psicológica da tatuagem; pois, através da regra visual 60/30/10 se instituiu a normalidade passiva para com o ato de tatuar o corpo – e absolutamente quase tudo se sujeitou a isso sem se sequer se aperceberem. E segundo este estudo falacioso tatuagem transmite duas coisas: (1) experiência de vida; e, (2) disposição para se destacar. Analisemos estes dois aspectos.

1. Em relação ao primeiro aspecto, a da suposta experiência de vida, se sabe que tatuagem não representa experiência de vida porque é um ato irracional; e todo ato irracional é vituperação da sabedoria; e quem não alcança sabedoria devido a práticas irracionais, não alcança a verdadeira experiência de vida; a experiência de vida é fruto da conformidade com a reta razão e não de tatuagem; na verdade, quem tatua o corpo demonstra que nunca alcançou nenhuma experiência de vida; de fato, tatuagem não transmite experiência de vida; os mestres da engenharia social transmitem que tatuagem representa experiência de vida para velar a falta de experiência com a realidade na qual muitos indivíduos tem vivido; quem tatua o corpo mostra que rejeitou a realidade para viver numa bolha; na verdade, a tatuagem representa um experimento social onde aqueles que tatuam o corpo compõe uma sociedade automatizada e sujeita a manipulação total dos senhores do mundo. Aliás, tatuagem representa a rejeição ao ato de viver; etc.

2. Em relação ao segundo aspecto, o da suposta disposição para se destacar, se sabe que tatuagem não representa destaque na vida porque é rejeição da vida individual em função de uma coletividade doentia; além disso, ao se propagar que tatuagem é disposição para se destacar se demonstra que a tatuagem fora instituída como sinal de destaque enquanto na verdade é sinal da completa rejeição que o indivíduo fez de si mesmo; uma sociedade que promove a tatuagem como algo para destaque é uma sociedade doente que é dominada por homens manipuladores e ímpios que buscam aqueles que podem dominar sem que estes se apercebam; a tatuagem é uma demonstração daqueles que rejeitam a própria vida em função dos propósitos de outros; por isso, os senhores do mundo instituem a tatuagem a todo custo a fim de conseguirem se aperceber se já dominaram ou não uma sociedade; quanto mais pessoas tatuadas em uma sociedade mais se observa o domínio globalista-sionista nesta mesma sociedade; etc.

Deste modo, se observa que através de um efeito psicológico, a instituição social do ato de tatuar o corpo através do condicionamento psicológico, bem como através de um efeito visual, a impregnação passiva do ato de tatuar o corpo através das mídias, os senhores do mundo conseguiram institucionalizar o ato de tatuar o corpo como se fosse algo normal e aceitável; no entanto, a normalização passiva do ato de tatuar o corpo na sociedade não muda o fato de que o ato de tatuar o corpo é uma afronta a Deus. A automatização do ato de tatuar o corpo além de ser uma afronta a Deus é a destruição da própria dignidade do indivíduo que se tatua. Afronta a Deus e destruição de si mesmo: eis o que significa o ato de tatuar o corpo.

E termina aqui esta reflexão. θεῷ χάρις


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