I
Recentemente foi divulgado pelas mídias sociais um
suposto estudo feito a respeito da tatuagem; neste se estudo se propaga que
tatuagens são altamente atraentes, etc.; evidentemente, esta simples acepção
deste estudo por si já demonstra que tal estudo é falacioso e é uma tentativa
de novamente implementar a cultura da tatuagem através da impregnação passiva
de hábitos.
Ora, segundo este estudo as tatuagens passam a
representar automaticamente três coisas: (1) influencia a percepção da
atratividade; (2) associação de tatuagem à confiança; e, (3) associação da
tatuagem à individualidade. E estes três aspectos propagados por este estudo
significam basicamente a impregnação falaciosa do ato de tatuar o corpo como se
fosse algo normal. Analisemos estes três aspectos.
1. Em relação ao primeiro aspecto, de uma suposta
influência sobre a percepção da atratividade, se observa que se a tatuagem
influencia positivamente a percepção da atratividade então a atração está
corrompida; pois, o ato de tatuar o corpo é um retorno ao animalismo, como
afirmara Goethe; assim, o ato de tatuar o corpo é perversão do ato de pensar,
ou seja, quem tatua o corpo não tem inteligência; ou dito em outros termos,
quem tatua o corpo está com a inteligência destruída. Com isso, se há alguma
atratividade em algo que é expressão inconcussa de inteligência destruída,
então já houvera a completa destruição do senso estético (o que fundamenta a
tendência inconsciente para a estética do baixo-astral). Além disso, se há atratividade
em algo irracional, então houve perversão da parte sensual da alma, atinando a
sensualidade para a atração desordenada.
2. Em relação ao segundo aspecto, de uma suposta
associação à confiança, se observa que se a tatuagem influencia positivamente a
confiança, então não de fato não se tem confiança, mas busca por aceitação
social ou por um grupo em função da tatuagem – isto é basicamente a prostituição
da própria personalidade em busca de aceitação por algum grupo ou instituição,
etc. Deste modo, a tatuagem se torna em falaciosa expressão de “pertencimento”;
com isso, a tatuagem se torna em elemento de manipulação e condicionamento
sócio-psicológico. Além do que, confiança se expressa a partir da vida em
sabedoria; e a vida em sabedoria não se conforma com práticas irracionais;
portanto, quem vive em sabedoria não tatua o corpo, pois o ato de tatuar o
corpo é um vilipêndio para com a sabedoria. Do mesmo modo, o ato de tatuar o
corpo não expressa confiança; na verdade, o ato de tatuar o corpo expressa
total desconfiança consigo mesmo e com a vida; etc.
3. Em relação ao terceiro aspecto, de uma suposta
associação à individualidade, se observa que se tatuagem influencia
positivamente a individualidade, então de fato não se tem individualidade, mas
coletividade programada; o ato de tatuar o corpo não é expressão de
individualidade, mas expressão de manipulação das massas; quem tatua o corpo
não está expressando sua individualidade, mas seguindo a risca uma coletividade
programada para deixar a sociedade emburrecida e sujeita aos demônios. Além do
que, individualidade se expressa com racionalidade, coragem e virtude; e como o
ato de tatuar o corpo é irracional, é falta de coragem consigo mesmo e é um ato
vicioso, então o ato de tatuar o corpo não contém nada de individualidade; na
verdade, o ato de tatuar o corpo é manifestação plena de uma filosofia social
programada para instituir a perspectiva do “gado” na sociedade.
Com isso, se observa que a propagação da tatuagem por
filmes, desenhos, novelas, mídias sociais, pelas modas, etc., impregnou nos
homens o falso desejo pelo ato de tatuar o corpo; a tatuagem se tornou um
símbolo demoníaco para velar as mazelas que o indivíduo possui; enquanto que na
impregnação passiva se diz que tatuagem representa atratividade, na realidade a
tatuagem representa a aversão a beleza e aversão a verdade; enquanto que na
impregnação passiva se diz que tatuagem representa confiança, na realidade a
tatuagem representa falta de coragem para viver; enquanto que na impregnação
passiva se diz que tatuagem representa individualidade, na realidade a tatuagem
representa a ditadura da coletividade; etc.
II
Além destes aspectos, o estudo referido também
propagou que a tatuagem possui tanto efeito psicológico quanto efeito visual; através
de efeitos visuais propagados pela engenharia midiática se institui a
normalidade psicológica da tatuagem; pois, através da regra visual 60/30/10 se
instituiu a normalidade passiva para com o ato de tatuar o corpo – e
absolutamente quase tudo se sujeitou a isso sem se sequer se aperceberem. E segundo
este estudo falacioso tatuagem transmite duas coisas: (1) experiência de vida;
e, (2) disposição para se destacar. Analisemos estes dois aspectos.
1. Em relação ao primeiro aspecto, a da suposta
experiência de vida, se sabe que tatuagem não representa experiência de vida
porque é um ato irracional; e todo ato irracional é vituperação da sabedoria; e
quem não alcança sabedoria devido a práticas irracionais, não alcança a
verdadeira experiência de vida; a experiência de vida é fruto da conformidade
com a reta razão e não de tatuagem; na verdade, quem tatua o corpo demonstra
que nunca alcançou nenhuma experiência de vida; de fato, tatuagem não transmite
experiência de vida; os mestres da engenharia social transmitem que tatuagem
representa experiência de vida para velar a falta de experiência com a
realidade na qual muitos indivíduos tem vivido; quem tatua o corpo mostra que
rejeitou a realidade para viver numa bolha; na verdade, a tatuagem representa
um experimento social onde aqueles que tatuam o corpo compõe uma sociedade
automatizada e sujeita a manipulação total dos senhores do mundo. Aliás,
tatuagem representa a rejeição ao ato de viver; etc.
2. Em
relação ao segundo aspecto, o da suposta disposição para se destacar, se sabe
que tatuagem não representa destaque na vida porque é rejeição da vida
individual em função de uma coletividade doentia; além disso, ao se propagar
que tatuagem é disposição para se destacar se demonstra que a tatuagem fora
instituída como sinal de destaque enquanto na verdade é sinal da completa
rejeição que o indivíduo fez de si mesmo; uma sociedade que promove a tatuagem
como algo para destaque é uma sociedade doente que é dominada por homens
manipuladores e ímpios que buscam aqueles que podem dominar sem que estes se
apercebam; a tatuagem é uma demonstração daqueles que rejeitam a própria vida
em função dos propósitos de outros; por isso, os senhores do mundo instituem a
tatuagem a todo custo a fim de conseguirem se aperceber se já dominaram ou não
uma sociedade; quanto mais pessoas tatuadas em uma sociedade mais se observa o
domínio globalista-sionista nesta mesma sociedade; etc.
Deste
modo, se observa que através de um efeito psicológico, a instituição social do
ato de tatuar o corpo através do condicionamento psicológico, bem como através
de um efeito visual, a impregnação passiva do ato de tatuar o corpo através das
mídias, os senhores do mundo conseguiram institucionalizar o ato de tatuar o
corpo como se fosse algo normal e aceitável; no entanto, a normalização passiva
do ato de tatuar o corpo na sociedade não muda o fato de que o ato de tatuar o
corpo é uma afronta a Deus. A automatização do ato de tatuar o corpo além de
ser uma afronta a Deus é a destruição da própria dignidade do indivíduo que se
tatua. Afronta a Deus e destruição de si mesmo: eis o que significa o ato de
tatuar o corpo.
E termina aqui esta reflexão. θεῷ χάρις!
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