Eis o homem
sofredor
que passara
por muita dor.
Elevaste a
língua portuguesa
ao cume da
nobreza.
Poeta sem
rival,
autor de
uma obra imortal;
gênio que
sofrera desventuras
e vivera em
duras amarguras.
E o que
mais dizer de ti, ó grande Camões,
de versos mais
densos que Tejo e o Solimões.
A
existência da cultura portuguesa
é
justificada pela vossa destreza.
Artífice da
última flor do Lácio,
homem de
engenho e acácio,
tu a
história lusitana canta
e a todos com graça encanta.
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