(I) Eis o
homem sofredor
que passara
por muita dor,
e elevaste
a língua portuguesa
ao cume da
nobreza.
(II) Poeta
sem rival,
autor de
uma obra imortal;
gênio que
sofrera desventuras,
e vivera em
duras amarguras.
(III) E o
que mais dizer de ti, ó grande Camões,
de versos mais
densos que Tejo e o Solimões.
A
existência da cultura portuguesa
é
justificada pela vossa destreza.
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