I
A melhor e mais adequada definição para compreender os
pastores evangélicos é que estes se acham, se aportam, e agem como se fossem
senhores da liberdade. Ora, todo homem que se põe como senhor da liberdade de
outrem está dominado pelo espírito de viadagem; aliás, por esta razão mesmo não
é de se estranhar que o maior nível de homossexualidade que domina a sociedade
seja entre a corja pastoral do evangelicalismo.
Na verdade, sendo, pois, a evangelicalidade hodierna
manifestação da sionidade, não é de se estranhar que os pastores evangélicos e
seus dominandos sejam dominados pelo espírito de viadagem; além do mais, a
falta de caráter, a mesquinharia, as invejas, a mediocridade, etc., demonstram
cabalmente porque os pastores evangélicos se acham senhores da liberdade (e
muitos marxistas e direitistas), a saber, para esconder quem realmente são e
para velar a vileza que praticam.
II
Uma ação que comprova cabalmente o espírito de
viadagem nos pastores evangélicos, se manifesta através de uma atitude que vi e
depois vivenciei; uma ação que primeiro vi em infâmia, e me revoltou, o que depois
também se me acometeu, o qual causou uma ira e ódio ainda maior.
Alguns anos atrás vi um senhor de meia idade sentado
numa praça, e este senhor havia se vociferado contra as infâmias de uma
denominação evangélica a qual fazia parte; os pastores além de rincharem das
verdades desveladas por este senhor, ainda utilizaram de outros pastores para o
perseguirem e atentarem contra a honra deste senhor por onde ele ia e onde
estava.
Um aspirante a pastor, que “trabalha” na segurança
pública, tratou de tentar intimidar este senhor fazendo uma suposta abordagem
policial contra ele para o desonrar, sendo que não havia nem um indício que fizesse
necessária a abordagem; ora, isso é aproveitar-se da função pública para os fins
nefastos promovidos pela sionidade por meio do evangelicalismo.
E isto para mencionar apenas um dos crimes cometidos
contra este senhor por causa de ter se colocado contra as infâmias da igreja
evangélica; e nem sequer vou mencionar a experiência pessoal em relação ao
mesmo assunto, senão seriam necessárias dezenas de páginas; etc.
III
Outra ação, inerente a viadagem dos pastores
evangélicos e a viadagem que promovem (não só os pastores evangélicos, mas
também muitos “marxistas” e “direitistas” promovem isso), é a manipulação que efetuam
seja na sociedade seja na família daqueles que se vociferam contra as práticas
infames dos pastores evangélicos; muitos pastores evangélicos são maestrinos na
tática da manipulação da família alheia, bem como são artífices da manipulação
na sociedade.
Ora, um indivíduo que se vociferou contra os pastores
evangélicos teve sua família manipulada contra ele; os pastores evangélicos
trataram de usar de influência pública e privada para tentar destruir o
casamento e a família deste indivíduo, e de fato conseguirem fazer isso, ou
seja, os pastores evangélicos acabaram com uma família porque tiveram suas
infâmias confrontadas.
Os pastores evangélicos, em sua maior parte, são
destruidores de famílias, a fim de mancharem o testemunho de quem se vocifera contra
o nefando evangelicalismo; isso, por si, demonstra a canalhice e a hediondidade
dos crimes que permeiam a abjeta existência das denominações evangélicas.
Em sentido teológico, a manipulação da família é
evidência inegável de apostasia; em sentido filosófico, a manipulação da
família é evidência de vontade de poder ideológica; e em sentido jurídico este
tipo de manipulação da família é expressão de coação indireta e de crime contra
a vida privada, que no fundo, é açambarcado como parte da descrição dos crimes
contra a liberdade; etc.
IV
Outrossim, é que a corja de pastores que é dominada
pelo espírito de viadagem tem uma neurose patológica e patologizadora em
quererem dar ordem a outrem; e o fazem também através daqueles que servem na
segurança pública; a infame abordagem que indivíduos da segurança pública,
principalmente os que são “pastores” evangélicos ou os que fazem isso a mando
dos pastores evangélicos, é expressão cabal da tentativa de se assenhorarem do
poder público para dominarem a liberdade de outrem.
Assim, é clarividente que este tipo de abordagem
policial, principalmente contra aqueles que se vociferam contra os pastores
evangélicos, e especialmente praticado por pastores evangélicos e/ou por seus
dominandos, demonstra uma tentativa de se assenhorarem da liberdade do
indivíduo (em sentido lato, querer se assenhorar da liberdade de outrem
é promover ato de escravidão).
Aliás, em alguns casos ainda tentam fazer a coação
para impedirem e/ou coagirem o indivíduo a sair do lugar público em que está e
ir para outro lugar ou para mandá-lo embora; isso é um crime hediondo para com
a liberdade do indivíduo, e por isso mesmo também crime contra a humanidade.
Com efeito, a permissividade e a propagação deste tipo
de ação é a vituperação de todas as liberdades fundamentais que o indivíduo
possui; e isso sendo praticado por parte de quem está no serviço público, demonstra
que o poder público está dominado pela sionidade – principalmente se estas
ações foram praticadas por pastores evangélicos ou a mando de pastores
evangélicos.
Além do que, este tipo de ação, seja por quem a
prática ou por quem arma para que tal ação seja praticada, demonstrada
cabalmente que estes são pedófilos da dignidade; a viadagem dos pastores
evangélicos demonstra cabalmente que estes e seus dominandos são pedófilos da
dignidade.
θεῷ χάρις!
Nenhum comentário:
Postar um comentário