I
A nefasta doutrina sionista pode ser compreendida em
sua práxis a partir de três designativos gerais: o sionismo, os sionistas e a
sionidade.
O sionismo, em suma, é a doutrina ideológica-religiosa
que domina a mente dos judeus que buscam estabelecer o Grande Israel, que
buscam instituir o nacionalismo judaico em todo o mundo; o sonho do Grande
Israel permeia totalmente a mente e as ações dos sionistas, é uma espécie bem
formulada do “estado de sonho” que prende os homens num mundo irreal; por
isso, o sionismo é algo patológico.
Além disso, o sionismo é uma doutrina que mescla
elementos religiosos do antigo Israel, tal como estudo da Torá, filosofia
hebraica, teologia talmúdica, etc.; no entanto, não com o propósito religioso,
mas com fins ideológicos-políticos. O sionismo não é judaísmo, apesar da
máquina de propaganda sionista afirmar isso de maneira veemente.
O sionismo é anti-judaísmo, conquanto mantenha muitos
elementos judaicos. Na verdade, o sionismo vai muito além do judaísmo, já que
busca ser um sincretismo que acopla tudo desde que aceitem os preceitos do
sonho do Grande Israel. A sincreticidade do sionismo o tornara uma arma
para a elite globalista.
Com efeito, o sionismo acopla elementos da tradição
judaica como mote enganador, enquanto a real face do sionismo permanece oculta;
a máscara do sionismo é o mote judaizante, e a face do sionismo é purificação
racial, não só no sentido sanguíneo-racial, mas principalmente no sentido
ideológico (filetismo duplo); o sionismo quer destruir todos os que são
antissionistas: a purificação racial dos sionistas passa pela destruição dos
verdadeiros judeus e pela inculturação absoluta dos preceitos sionistas em todo
o mundo.
E, conquanto este seja um magro esquema, fornece uma
definição geral sobre o sionismo; compreender o que é o sionismo é o primeiro
aspecto para se entender esta nefanda doutrina ideológica-religiosa.
II
O sionismo é cabalmente compreendido a partir da ação
dos sionistas; embora os sionistas busquem esconder e velar as abominações que
praticam, o pútrido caráter que possuem não passa desapercebido; a perversão do
caráter sempre se manifesta; os sionistas escondem o que praticam, mas não
podem esconder quem são.
As abominações que os sionistas praticam podem até ser
veladas e desacreditadas pela grande mídia, mas a putrefação do caráter dos
sionistas não pode ser escondida. Se sabe as infâmias que os sionistas praticam
pela aferição do caráter dos mesmos. O caráter de alguém mostra quem esse
alguém é e o que pratica.
Por isso, a maneira mais eficaz e cabal de se
compreender o sionismo é pela análise do caráter dos sionistas; uma doutrina
que perverte o caráter de seus adeptos é uma doutrina anti-humanidade, pois a
perversão do caráter por uma ideologia leva os seres humanos a cometerem crimes
hediondos. Neste sentido, o sionismo é equivalente ao nacional-socialismo.
Deste modo, as ações dos sionistas sempre desembocam
em crimes hediondos e em práticas infames e infamantes, ao mesmo tempo em que
ao serem praticadas calcinadas pelo canibalismo e pela feitiçaria engendram uma
soberba tal que faz os sionistas se considerarem uma raça superior porque comem
carne humana e praticam bruxaria. O sionismo é a deificação da doutrina
hiperbórea em função do Grande Israel; os sionistas são os hiperbóreos do mundo
contemporâneo.
Aliás, a sedução que emana dos sionistas é fruto dos
extremos que praticam; Nietzsche dissera que o extremo seduz; e os sionistas
seduzem muitos para a doutrina sionista justamente porque praticam os mais
perversos extremos: canibalismos e feitiçarias. Eis a definição mais importante
de quem são os sionistas: canibais e feiticeiros.
III
A ação dos sionistas buscar instituir cabalmente, de
maneira consciente ou inconsciente, a cosmovisão sionista, a sionidade; a
sionidade é instituída de maneira quase que imperceptível e com uma rapidez
imensa; a cosmovisão sionista ao ser instituída permeia toda a sociedade com os
elementos da sionidade; e assim ainda que nem todos se digam sionistas, todos
acabam por se tornar parte da sionidade. Aceitar a sionidade é o mesmo que
aceitar a destruição dos fundamentos da sociedade; pois, a sionidade transmogrifa
a ordem social.
Ora, a sionidade é instituída através da impregnação
passiva de hábitos utilizada de modo dialético; o sionismo apropria-se da
impregnação passiva de hábitos de alguma ideologia, e coloca os ditames
sionistas nesta impregnação de modo a utilizar-se do domínio ideológico para
fins da sionidade. Pois, a dialética das ideologias históricas foi assomada
plenamente pelo sionismo com o propósito de instituir a sionidade.
Além disso, o sionismo utiliza-se de outros elementos
para propagar o lobby sionista disfarçado com outras roupagens. Por
exemplo, no Brasil o lobby sionista é propagado tanto pela Igreja
Evangélica quanto pela macumba; na Igreja Evangélica se propaga o lobby
sionista através de uma vil apologia nacionalista israelita-judaica, e na
macumba se propaga o lobby sionista através de progressismo e de
práticas grimóricas; respectivamente, alto e baixo sionismo no Brasil.
Por isso, seja pela “influência” da Igreja Evangélica
seja pela “influência” da macumba, se tem a propagação de elementos da
sionidade; os evangélicos e os macumbeiros são em grande medida,
conscientemente ou inconscientemente, agentes de polinização da sionidade. Com
efeito, a sionidade é impregnada de maneira imperceptível sem que esteja
diretamente manifesto os preceitos sionistas; pois, a sionidade é uma doutrina
camaleônica.
Portanto, a partir destes três aspectos se compreende
no que consiste a doutrina sionista em sua teoremata prática, em sua práxis;
embora a doutrina sionista na teoria açambarque muitos outros aspectos, em sua
práxis se tem esta diretiva que fora analisada nestes três aspectos.
E espero que isso sane a dúvida sobre a diretiva para
se entender o sionismo.
θεῷ χάρις!
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