12/06/2026

O sionismo, os sionistas e a sionidade

I

 

A nefasta doutrina sionista pode ser compreendida em sua práxis a partir de três designativos gerais: o sionismo, os sionistas e a sionidade.

O sionismo, em suma, é a doutrina ideológica-religiosa que domina a mente dos judeus que buscam estabelecer o Grande Israel, que buscam instituir o nacionalismo judaico em todo o mundo; o sonho do Grande Israel permeia totalmente a mente e as ações dos sionistas, é uma espécie bem formulada do “estado de sonho” que prende os homens num mundo irreal; por isso, o sionismo é algo patológico.

Além disso, o sionismo é uma doutrina que mescla elementos religiosos do antigo Israel, tal como estudo da Torá, filosofia hebraica, teologia talmúdica, etc.; no entanto, não com o propósito religioso, mas com fins ideológicos-políticos. O sionismo não é judaísmo, apesar da máquina de propaganda sionista afirmar isso de maneira veemente.

O sionismo é anti-judaísmo, conquanto mantenha muitos elementos judaicos. Na verdade, o sionismo vai muito além do judaísmo, já que busca ser um sincretismo que acopla tudo desde que aceitem os preceitos do sonho do Grande Israel. A sincreticidade do sionismo o tornara uma arma para a elite globalista.

Com efeito, o sionismo acopla elementos da tradição judaica como mote enganador, enquanto a real face do sionismo permanece oculta; a máscara do sionismo é o mote judaizante, e a face do sionismo é purificação racial, não só no sentido sanguíneo-racial, mas principalmente no sentido ideológico (filetismo duplo); o sionismo quer destruir todos os que são antissionistas: a purificação racial dos sionistas passa pela destruição dos verdadeiros judeus e pela inculturação absoluta dos preceitos sionistas em todo o mundo.

E, conquanto este seja um magro esquema, fornece uma definição geral sobre o sionismo; compreender o que é o sionismo é o primeiro aspecto para se entender esta nefanda doutrina ideológica-religiosa.

 

II

 

O sionismo é cabalmente compreendido a partir da ação dos sionistas; embora os sionistas busquem esconder e velar as abominações que praticam, o pútrido caráter que possuem não passa desapercebido; a perversão do caráter sempre se manifesta; os sionistas escondem o que praticam, mas não podem esconder quem são.

As abominações que os sionistas praticam podem até ser veladas e desacreditadas pela grande mídia, mas a putrefação do caráter dos sionistas não pode ser escondida. Se sabe as infâmias que os sionistas praticam pela aferição do caráter dos mesmos. O caráter de alguém mostra quem esse alguém é e o que pratica.

Por isso, a maneira mais eficaz e cabal de se compreender o sionismo é pela análise do caráter dos sionistas; uma doutrina que perverte o caráter de seus adeptos é uma doutrina anti-humanidade, pois a perversão do caráter por uma ideologia leva os seres humanos a cometerem crimes hediondos. Neste sentido, o sionismo é equivalente ao nacional-socialismo.

Deste modo, as ações dos sionistas sempre desembocam em crimes hediondos e em práticas infames e infamantes, ao mesmo tempo em que ao serem praticadas calcinadas pelo canibalismo e pela feitiçaria engendram uma soberba tal que faz os sionistas se considerarem uma raça superior porque comem carne humana e praticam bruxaria. O sionismo é a deificação da doutrina hiperbórea em função do Grande Israel; os sionistas são os hiperbóreos do mundo contemporâneo.

Aliás, a sedução que emana dos sionistas é fruto dos extremos que praticam; Nietzsche dissera que o extremo seduz; e os sionistas seduzem muitos para a doutrina sionista justamente porque praticam os mais perversos extremos: canibalismos e feitiçarias. Eis a definição mais importante de quem são os sionistas: canibais e feiticeiros.

 

III

 

A ação dos sionistas buscar instituir cabalmente, de maneira consciente ou inconsciente, a cosmovisão sionista, a sionidade; a sionidade é instituída de maneira quase que imperceptível e com uma rapidez imensa; a cosmovisão sionista ao ser instituída permeia toda a sociedade com os elementos da sionidade; e assim ainda que nem todos se digam sionistas, todos acabam por se tornar parte da sionidade. Aceitar a sionidade é o mesmo que aceitar a destruição dos fundamentos da sociedade; pois, a sionidade transmogrifa a ordem social.

Ora, a sionidade é instituída através da impregnação passiva de hábitos utilizada de modo dialético; o sionismo apropria-se da impregnação passiva de hábitos de alguma ideologia, e coloca os ditames sionistas nesta impregnação de modo a utilizar-se do domínio ideológico para fins da sionidade. Pois, a dialética das ideologias históricas foi assomada plenamente pelo sionismo com o propósito de instituir a sionidade.

Além disso, o sionismo utiliza-se de outros elementos para propagar o lobby sionista disfarçado com outras roupagens. Por exemplo, no Brasil o lobby sionista é propagado tanto pela Igreja Evangélica quanto pela macumba; na Igreja Evangélica se propaga o lobby sionista através de uma vil apologia nacionalista israelita-judaica, e na macumba se propaga o lobby sionista através de progressismo e de práticas grimóricas; respectivamente, alto e baixo sionismo no Brasil.

Por isso, seja pela “influência” da Igreja Evangélica seja pela “influência” da macumba, se tem a propagação de elementos da sionidade; os evangélicos e os macumbeiros são em grande medida, conscientemente ou inconscientemente, agentes de polinização da sionidade. Com efeito, a sionidade é impregnada de maneira imperceptível sem que esteja diretamente manifesto os preceitos sionistas; pois, a sionidade é uma doutrina camaleônica.

Portanto, a partir destes três aspectos se compreende no que consiste a doutrina sionista em sua teoremata prática, em sua práxis; embora a doutrina sionista na teoria açambarque muitos outros aspectos, em sua práxis se tem esta diretiva que fora analisada nestes três aspectos. 

E espero que isso sane a dúvida sobre a diretiva para se entender o sionismo. 

θεῷ χάρις


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